Sábado, 7 de Junho de 2008

Weeds: promo à quarta temporada

publicado por ZB às 14:38
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Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

Showtime dá luz verde a "The United States of Tara"

 

A Showtime deu luz verde à produção de 12 episódios, de meia hora cada, da comédia escrita por Diablo Cody, vencedora do Óscar pelo argumento de “Juno”, "The United States of Tara", que será produzida pela DreamWorks TV e Steven Spielberg.

 

A série conta com Toni Collette no papel de uma esposa e mãe com uma desordem de identidade dissociativa e vai explorar como uma família disfuncional consegue lidar com as várias identidades do personagem, que podem aparecer durante qualquer altura e que podem abranger qualquer idade, temperamento ou até género. John Corbett interpreta o marido.

 

Além do piloto, Diablo Cody vai continuar na série como argumentista e produtora executiva ao lado de Spielberg, Justin Falvey e Darryl Frank da DreamWorks TV e Alexa Junge. Craig Gillespie ("Lars and the Real Girl") realizou o piloto.

 

A série deve estrear nos primeiros meses do próximo ano.

 

publicado por ZB às 10:39
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

The Tudors: nova promo à segunda temporada

Novo vídeo de promoção à segunda temporada de “The Tudors”, que estreia a 30 de Março.

 

publicado por ZB às 10:25
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Mas querem melhor forma de promover uma série do que esta!?

publicado por ZB às 16:30
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

The Tudors: promos da segunda temporada

 

Alguns vídeos da segunda temporada de “The Tudors”, que vai estrear em 2008, provavelmente, no final de Março ou no início de Abril. A primeira temporada chegou a passar de rajada na RTP1 há algum tempo, onde foram transmitidos os 10 episódios em apenas uma semana. Para quem não viu, pode ser que eles decidam repor…

 

Trailer: ‘Til Death Do Us Part 

 

 

Preview 

 

 

Inside Look 

 

 

 

publicado por ZB às 16:40
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Showtime contrata serviços de "Call Girl"

 

O canal norte-americano Showtime comprou a comédia britânica "Secret Diary of a Call Girl", tendo já previsto exibir 20 episódios de meia-hora.


A série, protagonizada por Billie Piper (“Doctor Who”), foi produzida para a ITV2 pela Tiger Aspect, uma das produtoras britânicas de topo, que é propriedade da IMG.


Bob Greenblatt, presidente do departamento de entretenimento do Showtime, vê “Call Girl” como uma boa aposta para alinhar numa grelha em ascensão qualitativa, onde já se incluem séries como “Californication”, “Dexter”, “The Tudors” e “Weeds”.


Os primeiros oito episódios da série vão ser exibidos durante o próximo Verão, enquanto uma segunda temporada de 12 episódios começam a ser filmados na Grã-Bretanha durante o próximo ano.


“Call Girl” conta a história de uma mulher com uma vida dupla. De dia, ela é uma secretária chamada Hannah; à noite, transforma-se numa prostituta de classe-alta chamada Belle. A série contém cenas de sexo explícito e é baseada no testemunho de uma mulher real que publicou os seus diários em 2005 e a quem ainda não se conhece a verdadeira identidade.


publicado por ZB às 11:22
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Domingo, 16 de Dezembro de 2007

Californication - Primeira Temporada (Showtime)

 

Se alguém me pedisse para caracterizar esta nova série da Showtime de três formas distintas, eu diria que: é uma série dramática disfarçada de comédia; vive de um inspirado David Duchovny e do seu personagem Hank Moody; e que segue a onda de séries que exploram o sexo quase explicito como forma de fazer rir.

 

Nos últimos tempos, os canais de cabo norte-americanos começaram a apostar num novo formato de séries televisivas: séries com uma boa carga dramática que recorrem a situações caricatas como escape para o riso, em grande parte, relacionadas com o sexo. Exemplos disso são “Entourage”, da HBO, “Weeds”, da “Showtime”, e o mais recente produto desta vaga, “Californication”, também da Showtime.

 

Mas ao contrário de “Entourage” ou “Weeds”, que conseguem diversificar as gargalhadas que proporcionam, o humor de “Californication” reside basicamente nas tropelias sexuais dos seus protagonistas.

 

Hank Moody (David Duchovny) é um escritor que publicou três livros no passado, entre os quais o aclamado “God Hates Us All”, mas que enfrenta grandes dificuldades em escrever algo novo desde que se mudou de Nova Iorque para Los Angeles, por alturas em que esse mesmo livro foi adaptado ao cinema. Da sua vida fazem parte, Becca (Madeleine Martin), a sua filha de 12 anos que vive com a mãe, Karen (Natascha McElhone), a ex-namorada de muitos anos que ele trouxe consigo de Nova Iorque, Bill Lewis (Damian Young), actual noivo de Karen e o homem por quem ela deixou Hank, a filha de 16 anos de Bill, Mia Lewis (Madeline Zima), que seduziu Hank quando ele ainda não sabia quem ela era e se apaixonou por ele, e ainda o seu agente e amigo Charlie Runkle (Evan Handler) e a mulher deste, Marcy Runkle (Pamela Adlon).

 

A força de “Californication” reside no seu personagem principal, na busca incessante de Hank Moody pela vida que perdeu. Ele vive para tentar recuperar Karen, a alma gémea que deixou escapar, e a sua capacidade para escrever, duas motivações intimamente relacionadas como podemos confirmar em “California Son”, aquele que será o melhor episódio desta primeira temporada, principalmente, porque nos justifica pela primeira vez a razão para o comportamento desconexo da personagem principal, ora vivendo em deboche ora tentando ser um pai de família.

 

E o facto de Hank assumir uma posição de tanta preponderância na série, deve-se em muito a David Dochovny. Se em “X-Files” o seu constante ar de enjoado se tornava demasiado cansativo, aqui essa faceta assenta como uma luva no personagem. Aliás, toda a série vive de Hank Moody, de forma mais vincada durante os episódios inicias, em que a maior parte dos outros personagens parecem demasiado flácidos. Karen e Bill pediam intérpretes de outro calibre. Charlie e Marcy mostram-se interessantes quando em apoio aos protagonistas, mas são personagens que perdem força quando estão entregues a si mesmo. Mia é a ilustração mais utilizada das adolescentes americanas nos dias que correm, cada vez mais retratadas como sexualmente manipuladoras. Mesmo Becca, a secundária mais interessante, torna-se algo surreal devido aos seus diálogos demasiado adultos para uma menina de 12 anos.

 

Mas não é por isso que “Californication” deixa de ser uma das melhores novas séries da temporada, principalmente, quando atinge o seu último terço, valendo bem a pena o seu visionamento.

 

Nota: 8.3/10

 

 

publicado por ZB às 17:24
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007

Dexter – 2x12 – The British Invasion (Showtime)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Quis o destino que o último episódio da segunda temporada de “Dexter” fosse visto esta semana em vez de daqui a duas. É uma das maravilhas dos tempos que correm. Pelo menos para mim.

 

De forma a contextualizar os eventos finais, preenchendo uma lacuna que ficou dado o salto de dois episódios, eis o que aconteceu anteriormente (previously on Dexter…): Doakes seguiu Dexter até à cabana onde Jimenez conduzia os seus negócios de droga e descobre que ele é o Bay Harbor Butcher. Dexter consegue aprisioná-lo no interior da cabana, numa espécie de cela que ali tinha sido construída, e começa a forjar as provas necessárias para incriminar Doakes. Entretanto, Lyla também planeia incriminar Angel por violação para que possa chantagear Dexter a voltar para ela. Apesar do plano de Dexter em incriminar Doakes estar a resultar quase na perfeição, quando ele descobre que o seu pai não morreu de ataque cardíaco, mas sim tendo cometido suicídio devido a ter visto no que ele se tinha tornado, começa a pensar em entregar-se. Faz os preparativos para contar a Debra o que é mas, à última hora, muda de ideias. Enquanto isso, Lyla rouba o GPS da sua carrinha e descobre a cabana onde está Doakes. Os agentes do FBI, que decidiram vasculhar a zona, também se aproximam perigosamente, o que deixa Dexter em pânico pois pode não ter tempo de se livrar de Doakes antes do FBI descobrir o seu paradeiro.

 

E assim, chegamos ao último episódio.

 

Os primeiros minutos são verdadeiramente intensos, partilhados por Lyla e Doakes, que são dois desconhecidos. No instante inicial, quando Doakes lhe conta que Dexter é o Bay Harbor Butcher ficamos com a sensação que ela vai mesmo libertá-lo e ajudar a capturar Dexter para se vingar dele. Contudo, esse sentimento depressa cai por terra e somos instantaneamente conduzidos a um desfecho explosivo. Aliás, da cena não há nada que possamos estranhar, pois Lyla já vinha demonstrando um comportamento psicótico e uma intensa obsessão por Dexter há vários episódios, logo a decisão que ela toma é perfeitamente conciliável com o desenvolvimento que a personagem teve ao longo da temporada.

 

Ao chegar ao local, Dexter depara-se com um cenário ao qual denomina milagroso. Doakes foi eliminado e todas as provas apontam para que ele fosse o Bay Harbor Butcher. O caso está encerrado. E ele está finalmente fora dos radares do FBI. Mas fica a dúvida sobre quem terá sido o protagonista de tal «milagre», por pouco tempo, já que Dexter rapidamente junta os pontos.

 

Com apenas uma ponta solta para atar, Dexter procura Lyla e fá-la acreditar que quer fugir com ela. Por obra do acaso, mas de forma muito bem construída, Debra acaba por revelar que Dexter estava a manipular Lyla e esta descobre que ele a planeava matar. Assim, Lyla decide executar a sua vingança naqueles que Dexter mais quer proteger e que, ao mesmo tempo, são os alvos mais fáceis de atingir: Rita e os seus filhos. Lyla leva os miúdos para o seu apartamento e, quando Dexter aparece, tenta matá-los incendiando o local. Dexter consegue salvar os miúdos, mas Lyla foge para a Europa.

 

O único aspecto que achei demasiado forçado em todo o episódio prende-se com o final. A Europa é um grande continente e Lyla já tinha provado que conseguia arranjar uma identidade falsa com facilidade, mas Dexter consegue encontrá-la, aparentemente, sem grandes dificuldades. Apesar de dar uma conclusão definitiva à história de Lyla, com a qual concordo por inteiro, a forma como aconteceu não me parece que tenha sido a melhor escolha.  

 

Pelo meio ainda tivemos a partida de Lundy, e a insistência de Debra em ir com ele, e uma cena bastante sentimental de LaGuerta sobre a morte de Doakes.

 

“Dexter” demonstrou mais uma vez a razão porque é uma das melhores séries da televisão norte-americana neste momento, restando-nos apenas esperar por 2008 por uma terceira temporada e também pela edição portuguesa da primeira temporada, que parece que está na forja.

 

Nota: 9.8/10

 

 

publicado por ZB às 11:47
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

Dexter – 2x8 – Morning Comes (Showtime)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Depois de alguns episódios menos conseguidos, “Dexter” volta a ser a série exuberante, de cortar a respiração, que tinha sido durante grande parte da primeira temporada. Estes últimos quatro episódios têm sido verdadeiramente recheados de momentos memoráveis e “Morning Comes” conjuga-se como a preparação para um desenrolar de acontecimentos ainda mais explosivos.

 

Primeiro que tudo, o grande acontecimento do episódio: Doakes descobre a caixa onde Dexter guarda as amostras de sangue das suas vítimas. É verdade que pareceu fácil de mais a forma como Doakes descobriu onde Dexter guardava os seus segredos. Vai desligar o ar condicionado, que começa a trabalhar automaticamente, e descobre as amostras dentro do mesmo. É caso para pensar se Debra nunca teria mexido no ar condicionado em todo o tempo que está a viver na casa de Dexter?! Contudo, a importância da descoberta dissimula a forma como foi feita. Doakes irá certamente confirmar as suas suspeitas e à luz do que aconteceu no resto do episódio, em que Debra, Lundy e Batista agora têm 100% de certeza que o Bay Harbor Butcher é um dos seus, a resolução previsível (também sabendo que “Dexter” terá um terceira temporada) será Dexter arranjar forma de incriminar Doakes como sendo o Bay Harbor Butcher.

 

Deixando as suposições para trás e voltando ao episódio, outro importante acontecimento foi o desmoronar da relação entre Lila e Dexter. Dexter apercebe-se que Lila iniciou o fogo voluntariamente, mas decide continuar com ela depois de Rita lhe dizer para ele se afastar definitivamente dela e dos filhos. A relação entre ambos torna-se ainda mais forte quando o homem que matou a mãe de Dexter, e que conhecemos no episódio “The Dark Avenger”, aparece surpreendentemente em Miami e tenta matá-lo. Aqui surge outro dos factos mais estranhos do episódio, pois foi Lila quem contactou o homem e lhe disse onde é que Dexter se iria encontrar. Contudo, só quando Lila decide roubar a chave que Dexter ainda tem da casa de Rita e entra na mesma sem que ninguém saiba, é que ele decide terminar a relação e deixá-la sobreavisada de que se voltar a fazer o mesmo irá conhecer o «monstro» que ele é, numa cena em que, mais uma vez, Michael C. Hall demonstra toda a sua qualidade como actor.

 

Em relação às outras personagens, Debra e Lundy envolvem-se cada vez mais, numa relação estranha devido à diferença de idades, mas que acaba por parecer certa. Como referi anteriormente, Debra e Batista descobrem que um dos carros apreendidos pelo seu departamento foi utilizado pelo Bay Harbor Butcher para matar uma das suas vítimas e que, consequentemente, ele tem de ser efectivamente um dos seus. E uma das melhores cenas, foi quando Lundy decide interrogar Dexter sobre o mau trabalho que ele fez em quatro casos que resultaram na não condenação dos criminosos que mais tarde foram assassinados pelo Bay Harbor Butcher. Excelente momento, pautado de grande tensão.

 

Foi interessante a reviravolta dada no decorrer da investigação. Dexter lançou um falso documento, num episódio anterior, para despistar quem estava a investigar o caso, mas acabou por levar Lundy a deduzir que o mesmo tinha sido uma manobra de diversão tendo, consequentemente, levado o cerco a apertar-se mais.

 

Nota: 9.4/10    

 

publicado por ZB às 18:11
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

Dexter – 2x4 – See-Through (Showtime)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios.

 

Como uma das melhores séries do ano passado, “Dexter” tinha a espinhosa missão de conseguir manter a qualidade que apresentou e começa a denotar algumas dificuldades em atingir tais objectivos, principalmente, pela decisão de incluir algumas linhas de argumento menos interessantes.

 

Enquanto o arco da estabilização emocional que Debra atravessa, e de certa forma também Dexter nos primeiros dois episódios, depois do seu envolvimento com o “Assassino do Camião de Congelados” tem sido bastante bem explorado, o mesmo não se pode dizer com o rumo que a maioria dos personagens secundários têm tomado. Doakes, que primeiro seguia Dexter obsessivamente, agora é-nos mostrado como quase uma máquina, devido ao seu background numa das tropas especiais americanas, revelando que deixou a mulher para não a matar. LaGuerta engendrou um fabuloso plano para recuperar a sua posição de liderança dentro do departamento policial de Miami, ao ter um caso com o noivo da mulher que lhe tinha ocupado o lugar e deixando-a praticamente no limiar da loucura. Rita, que acreditou tão ingenuamente na imaginária toxicodependência de Dexter. E Angel, que só agora que passou a integrar a equipa do Agente Lundy (que pouco tem acrescentado à série) na investigação ao “Bay Harbour Butcher”, começa realmente a aparecer.

 

Depois, existe ainda uma certa necessidade dos produtores da série em arranjarem outro personagem que consiga compreender Dexter. Na época passada tínhamos o seu irmão. Nesta temporada, temos a sua sponcer Lila, uma mulher atraente, que ele conhece ao frequentar reuniões dos “Adictos Anónimos” e começa a descobrir que ela compreende melhor o seu mundo do que ele imagina.

 

Mas nem tudo são más notícias. O facto de se descobrir que o Bay Harbour Butcher” apenas mata assassinos começa a suscitar algumas reacções menos negativas, havendo mesmo quem defenda que ele está a prestar um serviço à comunidade. Esta é uma perspectiva interessante para a história na medida em que começa a surgir no interior da série a mesma empatia por Dexter, apesar de ainda anónimo, que ele conseguiu criar junto de nós, espectadores. E, para finalizar, a presença da excelente JoBeth Williams como mãe de Rita, que promete fazer tremer ainda mais a relação entre o casal, já que ainda agora conheceu Dexter e já se apercebeu que ele esconde algo.

 

Nota: 7.8/10

 

publicado por ZB às 11:27
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Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Dexter – 2x1 – It’s ALive!

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios.

 

A vida não está fácil para Dexter. Desde que assassinou o próprio irmão que não consegue matar ninguém e nem sequer concentrar-se da mesma forma que fazia antigamente. As suspeitas de Doakes em relação a ele começam a crescer, as suas vítimas conseguem-lhe escapar e o sítio onde ele costuma despejar os seus restos mortais é descoberto.

 

Dexter é uma soberba série policial onde, pela primeira vez, nos é dado a conhecer o íntimo de um “serial killer”. A interpretação de Michael C. Hall é das melhores que se podem ver em televisão e o restante elenco que o apoia é também todo ele excelente.

 

No primeiro episódio da segunda temporada, Dexter encontra-se ainda algo fora de sintonia com a realidade pela forma como teve de escolher entre o seu irmão, que compreendia a sua forma de ser, e a sua irmã adoptiva, Debra, de quem ele oculta a sua verdadeira natureza, mas com quem criou um laço mais forte do que ele alguma vez imaginara que poderia ter com alguém. Desde então, não consegue matar ninguém. Conta os dias, as horas e os minutos que passam, tornando a sua sede por sangue ainda maior. Além disso, tem Doakes a seguir todos os seus movimentos o que não lhe permite actuar de forma a não levantar suspeitas.

 

Quando finalmente encontra a sua vítima, e consegue movimentar-se sem Doakes suspeitar, retrai-se devido à deficiência visual da mesma e não lhe consegue aplicar o último golpe, concedendo-lhe um inesperado acto de clemência. Com a primeira oportunidade de voltar a ser quem era falhada, rapidamente lhe surge uma segunda. Mas, volta a falhar, pois deixa-se descuidar e a sua vítima consegue fugir. Mais tarde, para piorar as coisas, o sítio onde ele costumava deitar os restos mortais daqueles que esquarteja é encontrado por dois mergulhadores que de imediato alertam as autoridades.

 

Ver Dexter a comportar-se de forma descuidada e algo atrapalhada é uma abordagem diferente daquilo que estávamos habituados a ver. A sua insensibilidade perante a vida e o que aqueles que o rodeiam representam para ele não é exactamente como ele descrevia, e o facto de ter eliminado a única pessoa no mundo a quem poderia confidenciar o que é e o que faz, sem estar sujeito a qualquer tipo de julgamento moral, revelou a sua faceta mais humana, que tanto tenta esconder.

 

Excelente regresso, com momentos fenomenais, como o foram, por exemplo, a relação criada entre os flashbacks da sua adolescência com a actualidade e a descoberta do sítio onde ele despejava as suas vítimas, ou o momento partilhado entre Rita e Debra num bar, onde Debra fala da forma como o “assassino do camião de congelados” a fez sentir.

 

Menos interessante, foi a tentativa de criar uma ligação entre a Tenente Esme Pasquale e aquela a quem ela “roubou” o lugar, a Tenente Maria LaGuerta, quando esta ouve por acidente uma discussão da primeira com o seu noivo.

 

Nota: 9.0/10

 

publicado por ZB às 13:43
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