Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Lost: Cena alongada da conferência de imprensa

E nesta cena estendida da conferência de imprensa, que deu na repetição de ontem da primeira parte do “There’s No Place Like Home”, ficamos a conhecer quem eram as outras três pessoas que, na mentira, tinham sobrevivido ao desastre e morreram na ilha: Boone, Libby e Charlie.

 

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publicado por ZB às 20:39
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Lost: Finais alternativos para a quarta temporada

Parece que desta vez os produtores de “Lost” decidiram filmar três versões diferentes do final da temporada, aparentemente, de modo a despistar quem tem fornecido informações para o exterior (sem sucesso, ao que parece). Acho que não será necessário avisar sobre SPOILERS, mas, como nunca se sabe, aqui fica o aviso na mesma. Vejam o vídeo e deixem a vossa opinião. (A porcaria da imagem do vídeo que arranjei mostrava uma das pessoas que estão no caixão mesmo com o leitor pausado. No Firefox, o browser em que editei o post, isso não acontecia e só agora reparei que, mesmo quem não visse o vídeo, ficaria a saber mais do que aquilo que poderia querer. Por esse facto, peço desculpas. Agora coloquei o mesmo vídeo, mas noutro leitor que, no Firefox, não funcionava. Se alguém não conseguir ver o vídeo neste leitor, pode fazê-lo como alternativa aqui).

 

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publicado por ZB às 17:18
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Lost – 4x13 e 4x14 – There’s No Place Like Home [2] [3] (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Como este foi um episódio duplo e, geralmente, os textos relativos a esta série costumam ser um pouco longos de mais, decidi fazer algo diferente do normal e tentei ser o mais abreviado possível. Aqui vai (sem qualquer ordem em especial):

 

A mentira: Há pessoas que se deram ao trabalho de colocar um falso avião no fundo do oceano. Que enviaram à ilha mercenários com ordens para matar. Faz todo o sentido que os «Oceanic Six» decidam mentir para preservar a ilha em segredo e, acima de tudo, as suas próprias vidas. Só e apenas isso é suficiente. Mas esta conclusão era fácil de se alcançar com poucos episódios decorridos na temporada. Porquê tanto suspense em torno da questão? Terá o mistério sido adensado pelos próprios argumentistas inadvertidamente ou propositadamente? Ou terá sido a ânsia dos próprios fãs em conceber tão grandioso mistério em torno de algo tão simples?

 

Deslocar a ilha: Já tinha afirmado que não me tinham convencido com a conversa de deslocar a ilha. Mas, mudei de opinião neste episódio. A cena em que o Ben desloca a ilha é um bocado estranha, mas acabou por resultar bem. E, apesar de não estar à espera de uma resposta científica, quero saber como funciona o mecanismo!

 

Charlotte, Daniel e Miles: Estes três personagens regressaram da paragem forçada pela greve algo apagados, sobretudo, a antropóloga e o misterioso psíquico. Talvez tivesse sido em relação a eles que algumas linhas de argumento tiveram de ser abandonadas e deixadas para a próxima temporada. Pelo menos, sabemos que vão regressar. E com um mistério interessante. Parece que a Charlotte tem a ideia de que nasceu na ilha! E será que o Daniel, que estava no mar quando a ilha desapareceu, foi também transportado para o mesmo sítio desta?

 

Sawyer: Assim que o Lapidus disse que o helicóptero tinha peso a mais e o facto de a bordo irem, além do piloto, cinco dos «Oceanic Six» e o Sawyer, não foi difícil de perceber que desfecho a cena iria ter.

 

Michael e Jin: Algo me diz que estão ambos vivos. [Acabei de ler uma entrevista do Harold Perrineau e confirma-se a sua morte (e ele não ficou lá muito contente)].

 

Claire: Mais um pouco e nem sequer aparecia no episódio! Gostava de ter ficado a saber um pouco mais (alguma coisa!) sobre o que lhe aconteceu, mas deve ser um daqueles mistérios que eles gostam de fazer durar. Contudo, ela anda com atitudes de personagens que já morreram, não!? Aparecer em sonhos e tal… [Confirma-se que a Claire vai deixar de ser regular na quinta temporada e que o seu contrato fica em suspenso até à sexta].

 

Desmond: Por instantes pensei que ainda tinha passado qualquer coisa pela cabeça dos produtores da série e que tinham decidido matar o personagem. Mas não podiam. Tinham de terminar a história (pelo menos a parte romântica) do Desmond e da Penny. E foi o que fizeram. Com sentimento. E até aqueles brasileiros manhosos do final da segunda temporada voltaram a dar um ar da sua graça. Agora adivinha-se um confronto Desmond/ Ben. Veremos o que aí vem. Se a ilha só os aceita de volta se regressarem todos, então alguém vai ter de convencer o Desmond, o que deve ser bastante difícil.

 

Sun: Foi impressão minha ou ela está a mudar-se para o lado negro da Força!? Talvez não e esteja apenas a planear vingança contra o Widmore. Ele bem disse que responsabilizava duas pessoas pela morte(?) do Jin: o pai e alguém desconhecido. Resta saber se esse alguém será o Widmore ou o Jack. Agora, que ela está diferente, isso está. E eu estou a gostar da volta que a personagem levou.

 

Walt!: Passaram 3 anos desde que os «Oceanic Six» saíram da ilha e o Walt decide ir visitar o Hurley, já que ninguém se lembrou de o visitar e ele não percebe porque estão todos a mentir. Será que iremos ter o Walt à procura do pai na próxima temporada? Por acaso, era bem interessante. Pelo menos, tinham uma oportunidade de desenvolver a história dos seus poderes psíquicos, que tem estado em banho-maria há bastante tempo.

 

Ben: O Ben é um sacana, o que não é, de forma alguma, uma novidade. Decidiu sacrificar as pessoas a bordo do cargueiro para concretizar a sua vingança no Keamy. Porém, de seguida redimiu-se sacrificando a sua estadia na ilha para salvaguardar a mesma.

 

Juliet: Grande azar. Uma das minhas personagens favoritas, não só perdeu bastante protagonismo e tempo de ecrã nesta temporada (e ainda teve direito ao pior episódio da mesma), como foi deixada para trás porque queria esperar pelo Jack. Ainda por cima, ela deve ter sido a última coisa que passou pela cabeça dele quando este estava no helicóptero a gritar para o Lapidus não voltar de forma alguma para a ilha.

 

Jeremy Bentham: Mas quem é que ia cair na armadilha e pensar que o Jeremy BENtham era o Ben!? OK, eu admito que caí… A desculpa é da hora avançada aquando vi o episódio.

 

O caixão: Foi a grande revelação guardada para o último minuto do episódio e a cena escolhida para cliffhanger. Apesar de me ter passado pela cabeça que o seu ocupante poderia ser o Locke, a verdade é que não era uma das minhas escolhas principais. Claro que daqui resultam inúmeras questões, cujas respostas ainda teremos de aguardar por muito, muito tempo. Para mim, a mais pertinente, além da óbvia, será o que aconteceu de tão terrível na ilha durante aqueles três anos?

 

Algumas questões para a próxima temporada: Além das evidentes, relacionadas com a história em si (Para onde foi deslocada a ilha? O Jin e o Michael morreram? Etc.), aquilo em que tenho maior curiosidade em saber é que estrutura terão os episódios. Será que vamos continuar a seguir os «Oceanic Six» e teremos flashforwards do seu regresso à ilha? Será que temos acção simultânea na ilha e fora dela? E se na segunda temporada foram introduzidos os Talies, na terceira conhecemos melhor os Outros e na quarta tivemos o pessoal do cargueiro, quem serão os novos personagens que irão ser introduzidos na quinta?  

 

Bem, acho que não me esqueci de nada… Quer dizer, houve várias cenas que poderia ainda discutir, mas ficam para os comentários se alguém tiver interesse em fazê-lo. E agora, lá vamos ter de esperar até 2009. Porra! Se de pensar nisso…

 

Notas

Parte 1: 9.6/10

Parte 2: 9.8/10

 

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Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Lost – 4x12 – There’s No Place Like Home [1] (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

A primeira parte (de três) do season finale de “Lost” é isso mesmo: uma parte. No final do episódio, durante uma pequena, mas excelente, montagem musical, nota-se claramente que este serve basicamente como um colocar de várias peças em pontos estratégicos e prepará-las para o jogo, o confronto final.

 

A maioria dos personagens converge para um destino comum: uma misteriosa estação Dharma chamada “The Orchid”, que, supostamente, será um posto cientifico dedicado à botânica. Os mercenários dirigiram-se para lá com um intuito desconhecido. O Ben, o Locke e o Hurley, que pretendem deslocar a ilha a mando do Jacob. O Jack e o Sawyer que pretendem resgatar o Hurley. A Kate e o Sayid que vão atrás do Jack e do Sawyer. E ainda um grupo de “Outros”, liderado pelo Richard Alpert, que vão atrás do Ben. Não há qualquer dúvida: “The Orchid” será o principal cenário de tudo o que está para vir.

 

Em segundo plano, mas não menos importante, temos o pessoal da praia que tenta escapar para o cargueiro, levando no bote seis pessoas de cada vez, numa missão deixada a cargo do Daniel Faraday. Assim que vi a primeira remessa de gente a subir para o bote, pensei de imediato: “olha, carne para canhão…”. Mas depois vi que o Jin, a Sun e o Aaron também faziam parte do grupo, e não mudei de opinião em relação a que os outros são carne para canhão, mas imagino que irão desenrolar-se acontecimentos bem dramáticos a bordo do cargueiro, ainda para mais com a descoberta de todo o C-4 (explosivos) do mundo num dos seus compartimentos. Humm… Seria aquele dispositivo, aquele o Keamy amarrou ao braço num episódio anterior, um detonador!?

 

Se os acontecimentos na ilha foram uma preparação para o que esperar, o flashforward foi uma viagem emocional. Ver os personagens no avião, a saírem do mesmo e a reencontrarem os familiares (tenho de admitir que me deu bastante pena ver a Kate e o Sayid a olharem para os outros a abraçarem as respectivas famílias), para mim, foi um momento ao nível daquele em que eles entram no avião e estão a procurar os respectivos lugares do final da primeira temporada, instantes poderosos em que não é necessário nada mais do que imagens e a música certa.

 

Os “Oceanic 6” tiveram direito a uma interessante conferência de imprensa (gostei particularmente da questão de eles não terem emagrecido e do subsequente comentário do Hurley), onde ficámos a conhecer com mais detalhe a história arranjada para explicar o desastre e justificar os meses em que estiveram desaparecidos. Confirmámos que a Kate assumiu mesmo o Aaron como seu filho e que a Sun, relutantemente, assumiu que o Jin morreu quando o avião se despenhou no mar.

 

Posteriormente, o Sayid reencontrou a Nadia, o que já sabíamos que iria acontecer apesar de não termos ideia de como. O Hurley teve um reencontro inesperado com os números! Muito porreiro! A Sun utilizou toda a força que adquiriu na ilha, e que não tinha anteriormente, enfrentou o seu pai e até comprou parte da empresa deste de forma a vingar-se. Além disso, ainda revelou que culpava duas pessoas pela morte do Jin: o pai dela, pois a necessidade de fugir dele fê-los embarcar no voo 815 da Oceanic, e uma outra que não identificou. Mas, será que o Jin estará mesmo morto ou algo aconteceu que tenha levado a Sun a pensar que ele esteja morto, tipo o cargueiro explodir com ele a bordo, e ainda exista a possibilidade dele estar vivo? Por fim, ainda vimos o Jack a descobrir que a Claire é sua irmã, e logo de quem menos esperaríamos.

 

Muito bom episódio, uma primeira parte daquele que se espera ser um fantástico final e pelo qual, infelizmente, ainda temos de esperar duas semanas.

 

Nota: 9.3/10

 

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Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

Lost – 4x11 – Cabin Fever (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Febre da Cabana? Nem por isso. Antes pelo contrário, este episódio arrefeceu-me o interesse pela cabana. Se a fase do sonho do Locke e a consequente descoberta da planta da cabana ainda me mantinham em pulgas (será o Horace o “dono” daquele olho que vimos a espreitar do interior da cabana anteriormente e que muitos julgavam ser o do Desmond?), o resto nem por isso. O episódio foi passado à procura da mesma, de onde apenas resultou de interesse o Ben a ceder perante a cada vez mais proeminente ligação do Locke à ilha. E quando a acharam, a conversa tida no seu interior ainda não me convenceu totalmente. Fiquei algo incomodado com o facto da Claire estar ali toda sorridente e completamente à vontade (só pode ter sofrido uma lavagem cerebral ou, por outro lado, há quem sugira que ela está morta!), e aquela frase final, o “temos de deslocar a ilha”, também me deixou apreensivo. Neste momento, espero por desenvolvimentos para saber exactamente se gosto do caminho tomado ou não.

 

Por outro lado, achei o resto bastante agradável. Muito agradável até. O flashback foi uma surpresa constante. Bem, quase a sua totalidade, pois já sabia do aparecimento do Richard Alpert no passado do Locke (porcaria de spoilers!!!). Salvou-se a surpresa Abaddon, que parece ter influenciado a ida do Locke à Austrália, reavivando a teoria de que a queda do avião pode não ter sido completamente responsabilidade do Desmond. Além disso, pareceu-me que, ao contrário da visita ao Hurley, aqui ele estaria ao serviço da ilha, ou melhor, de alguém que comandasse o que se passava na ilha. E, como é provável que ele trabalhe para o Widmore, significa que, na altura da visita ao Locke, talvez o Widmore ainda estivesse no controlo da ilha. De referir ainda todos aqueles pormenores, como o facto do destino do Locke estar ligado à ilha desde o seu nascimento, o desenho do Smokey (!), o estranho teste do Richard ou o facto de o Locke não querer ser um homem da ciência.

 

Entretanto, também voltámos à fragata, o que não acontecia desde o oitavo episódio. Descobrimos que o Michael foi feito prisioneiro, mas a ilha continua a salvaguardar a sua vida. O Keamy acaba de regressar da ilha, e claro, que não está lá muito contente. Parece que o comandante da fragata não tem qualquer posição de liderança junto do esquadrão de mercenários, que até decide ajudar o Sayid a partir para a ilha em segredo de modo a auxiliar os restantes sobreviventes do voo 815 da Oceanic, o que é estranho já que o Michael tinha avisado previamente que não deviam confiar nele. Que o Desmond não quer arriscar voltar à ilha e ficar preso novamente. E, ainda, há tempo para mais duas fatalidades: uma que já sabíamos que iria acontecer, a do médico, e outra mais surpreendente, a do comandante. E que raio será aquele aparelho que o Keamy colocou no braço!? Ah, e quase que me esquecia daquele logo Dharma no protocolo secundário que o Keamy retirou do cofre. Haverão mais dúvidas de que o Widmore está intimamente relacionado com a Dharma Iniciative?? Hummm… Nesta série as certezas nunca são certas, por isso, é melhor não estar assim tão convicto! :))

 

“Cabin Fever” é um excelente episódio, que prepara as peças para o jogo final, mas falha naquilo que seria suposto, ou melhor, o que se esperaria ser o âmago do episódio: a revelação de segredos sobre a misteriosa cabana. No fundo, o que é que ficámos a saber sobre a estranha cabana que existe na ilha e sobre os seus ocupantes que ainda não sabíamos anteriormente? Apenas quem a terá construído. O que é pouco. Muito pouco. E ainda é mais frustrante quando os personagens fazem as perguntas certas e continuam a não receber quaisquer respostas!! Frakking Christian Shepherd ghost!!

 

Ora, apesar de que, ao ser comparado com outros episódios da temporada, este poderia levar uma nota melhor, a verdade é que a parte da cabana deixou-me algo lixado e por isso leva a nota que leva!!

 

Nota: 9.2/10

 

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Lost: confirmam-se dois episódios adicionais nas próximas temporadas

 

Está confirmado que as duas últimas temporadas de “Lost” vão ter um episódio adicional cada ao inicialmente planeado, totalizando 17 episódios por cada uma delas.

 

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publicado por ZB às 10:35
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Sexta-feira, 2 de Maio de 2008

Lost – 4x10 – Something Nice Back Home (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Primeiro que tudo, talvez devêssemos iniciar uma petição para ter episódios dedicados ao Ben todas as semanas. Fossem flashbacks ou flashfowards. Mesmo que fossem apenas 40 minutos dele calado a olhar para a câmara. Ou então, que fizessem um spin-off, tipo “Lost: The Others”. Ter um episódio desta série sem qualquer minuto de Ben já quase que deixou de fazer qualquer sentido!

 

Em segundo lugar, depois das emoções da semana passada, o episódio que se seguisse nunca teria uma tarefa fácil em se afirmar. Chamem-lhe episódio de transição, de personagem ou o que seja, a verdade é que a série parece que estagnou num momento em que nem podia nem devia. Sim, o flashforward ligou muitas pontas e teve algumas revelações que se podem considerar bombásticas, mas na ilha parece que quase tudo parou. Além disso, dois episódios depois, que se traduzem em mais de 2 meses de espera, ainda nem sequer sabemos o que aconteceu ao Michael depois do Sayid o ter revelado ao comandante da fragata como espião e sabotador.

 

O Jack tem apendicite. Ok, tudo bem. Mas qual o interesse!? De toda esta linha de argumento, apenas me consigo lembrar de duas partes de interesse: quando a Rose conjectura o facto do Jack ter adoecido num sítio que supostamente cura as pessoas (será que é uma manifestação da ilha pelo facto dele se querer ir embora?), e o facto do Jin descobrir que a Charlotte fala coreano, pedindo-lhe que leve a Sun quando o helicóptero voltar.

 

A caminho da praia, as coisas estão mais interessantes. Primeiro, a confirmação de que a Rousseau está mesmo morta, o que é uma pena (pelo menos, os produtores da série disseram que mesmo assim iremos ter a história dela). E depois, o Christian Shephard (a.k.a Jacob??) volta a fazer das suas. Mas, por outro lado, o Keamy aparece novamente com quatro ou cinco dos seus homens ainda vivos! O que significa que o Smokey, mesmo furioso, não fez assim tantos estragos como isso…

 

No futuro (ou será presente??), tudo está ainda mais interessante. O Jack pôs para trás qualquer problema que tinha com o Aaron (seria o facto dele descobrir que a Claire era sua irmã ilegítima!?) e vive feliz com a Kate! Até lhe propõe casamento e tudo. Descobrimos ainda que a Kate anda a fazer algo como favor ao Sawyer (será algo relacionado com a filha dele!?) e que o Jack começa a não conseguir aguentar a pressão e envereda pelo caminho das drogas, dos analgésicos que sabemos ele estar dependente na altura do flashfoward do episódio final da terceira temporada. Mas, melhor que tudo isso, é a enigmática visita que ele faz ao Hurley e a estranha reaparição do seu pai. Será Christian apenas uma visão ou a mesma manifestação paranormal que aparenta ser na ilha?

 

Até pelo tamanho do texto se pode deduzir que este não foi mesmo um dos meus episódios favoritos. Gosto bastante dos episódios de personagens, aliás, gosto de qualquer episódio desta série, mas, na recta final da temporada pedia-se mais acção, mais emoção, mais desenvolvimentos, mais revelações. Simplesmente, mais.

 

Nota: 8.6/10    

 

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publicado por ZB às 14:32
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

Lost – 4x9 – The Shape of Things to Come (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

WOW! Mas que grande regresso! Aconteceu tanta coisa, e sempre a um ritmo verdadeiramente alucinante, que nem sei por onde começar!

 

Hummm… Talvez pelo flashforward:

 

Ä       O Ben aparece no meio do Sahara! WOW! Para quem não costuma procurar informação sobre a série, reservando a sua experiência “Lost” aos episódios e, especialmente, para quem não gosta de SPOILERS futuros, que pare aqui e salte para o próximo ponto. Para mim, é quase certo que a cena revela que, naquele momento, o Ben acabou de viajar através de uma espécie de portal de espaço/ tempo existente entre a ilha e o deserto do Sahara, mais precisamente, algures na Tunísia onde o urso polar também foi encontrado pela Charlotte no episódio “Confirmed Dead”. Esse portal estará localizado na estação “The Orchid”, a qual parece que vai desempenhar um importante papel na série ainda esta temporada. Outras duas coisas interessantes e intrigantes ainda dessa cena são o casaco da Dharma, que inicialmente me fez pensar de trataria de um flashback, onde podemos encontrar um novo logo e a etiqueta com o nome «Halliwax» (Edgar Halliwax é o nome que o cientista dá como sendo o seu no filme de orientação da Orchid, que é mesma pessoa dos outros filmes de orientação), e o facto do Ben ter o braço ferido, que pode ter vários significados, dos quais destacaria aqueles que me parecem mais plausíveis: ou o Ben estava a escapar de alguém que o tinha acabado de ferir ou existe algo durante a viagem que faz aquele tipo de laceração, o que pode ter sido o que aconteceu ao braço do Dr. Marvin Candle/ Edgar Halliwax/ Mark Wickmund.

 

Ä       O Ben utiliza toda a sua manha para recrutar o Sayid. Ao chegar a um hotel na Tunísia, onde ficamos a saber que ele, ou melhor, uma das suas outras identidades, é cliente regular (e bastante importante pela expressão da recepcionista) e que a data corrente é 24 de Outubro de 2005 (a confusão de Ben será mais uma pista para a discrepância temporal entre a ilha e o mundo exterior), um noticiário revela que um dos famosos “Oceanic Six”, Sayid Jarrah, está de volta ao Iraque para sepultar a sua esposa, Nadia! WOW! Parece-me que o intuito de Ben em sair da ilha seria para se encontrar com o Charles Widmore, o que ele faz no final do episódio, e quando se apercebeu do que tinha acontecido com o Sayid, decidiu utilizar toda a astúcia que nós lhe conhecemos para o recrutar. Inicialmente, fiquei com a ideia que ele tinha orquestrado tudo o que vimos de modo a enganar o Sayid, mas essa ideia caiu por terra durante o diálogo entre o Ben e o Widmore. Sendo assim, que razão teria o Widmore para matar a Nadia? Talvez o alvo fosse o Sayid e ela acabasse por ser apenas vítima? Certamente, será algo que viremos a saber no futuro. E, já agora, que preencham também o espaço entre a altura em que o Sayid foi “recrutado” e a altura do primeiro flashfoward do iraquiano, em que parece que a vingança da sua amada deu lugar à necessidade de protecção das pessoas que ficaram para trás na ilha.

 

Ä       Ben vs. Widmore! WOW! Aquela cena final foi de deixar o queixo caído ou o quê!? O que retirei de todo aquele diálogo foi que estes dois já se conhecem há muito tempo e que andam a jogar uma espécie de jogo do gato e do rato. Parece que o Ben terá roubado ao Widmore não só a ilha como outras coisas mais e, desde então, o Widmore anda atrás dele. Parece que até estabeleceram determinadas regras, provavelmente, deixar as famílias de fora da disputa, mas que tudo isso mudou com a morte da Alex. E parece que o Ben quer vingar-se na Penny! WOW!

 

Na ilha, na aldeia dos “Outros”:

 

Ä       Alex é assassinada! WOW! Aquela cena foi completamente chocante. Confesso que fiquei com uma expressão quase idêntica à do Ben. Ele ainda tentou desvalorizar a vantagem que o Keamy pensava ter com a captura da Alex, dizendo que ela não era ninguém de importante para ele, mas não teve sucesso e a Alex foi morta a sangue frio. WOW!

 

Ä       A fúria de Ben = à fúria de Smokey!?!? WOW! Ao ver a Alex ser assassinada, o Ben decide libertar o Smokey, abrindo uma estranha porta secreta, que se encontra dentro da sala secreta! O facto de o Smokey ter aparecido furioso faz-me pensar duas coisas: ou o Ben o libertou e de alguma forma o incitou a ficar furioso ou, talvez aquela para que me inclinaria mais neste momento, o Smokey não tem vontade própria como sempre pensei e é apenas uma espécie de arma. Não sei… Certezas mesmo, só de que a cena foi mesmo espectacular! WOW!

 

Ä       Duas cenas menos importantes de que gostei bastante: o Locke, o Hurley e o Sawyer a jogarem a um dos meus jogos de tabuleiro favoritos, “Risco”, e a fala «A Austrália é a chave de todo o jogo» pareceu-me ser algo mais do que estando apenas relacionada com o jogo; e os figurantes a caírem, um após o outro, baleados, quando o Sawyer vai atrás da Claire, foi bastante engraçado.

 

Na ilha, no acampamento dos sobreviventes do voo 815 da Oceanic:

 

Ä      Quem pensava que as coisas no acampamento seriam menos interessantes no contexto do episódio, enganou-se. O estranho aparecimento do corpo do médico da fragata, que foi degolado, agitou as hostes entre o Jack e companhia. E, o mais interessante ainda estava para vir, quando da fragata chega uma mensagem de que não aconteceu nada ao médico! Será esta mais uma consequência da diferença temporal entre a ilha e o exterior? Tudo indica que sim, mas nem me atrevo a dissecar sobre o assunto porque realmente isto está bastante confuso…

 

Nota: 9.9/10

 

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Sábado, 12 de Abril de 2008

Mais "Lost" e mais "Grey's"

 

Como o Diogo já tinha referido nos comentários, está confirmada a hora extra de “Lost”. O mais engraçado de tudo é que, devido à hora adicional de “Lost”, também “Grey’s Anatomy” vai ter direito a mais um episódio.

 

Carlton Cuse e Damon Lindelof convenceram a dar mais uma hora à série, mas impuseram que as últimas duas horas da temporada fossem transmitidas no mesmo dia. E como para 22 de Maio estavam marcados os seasons finales de “Ugly Betty” e “Grey’s Anatomy”, não era possível encaixar as duas horas de “Lost” nesse dia. Assim, a ABC acrescentou uma hora ao final de “Grey’s Anatomy” para o dia 22, e mudou 2 das 3 horas do final de “Lost” para 29 de Maio.

 

Isto implica que fique um buraco entre a primeira parte do final de temporada, marcada para 15 de Maio, e as duas últimas partes do final marcadas para 29 de Maio.

 

 

May 15
8 pm: Ugly Betty
9 pm: Grey's Anatomy
10 pm: Lost (part 1 finale)

May 22
8 pm: Ugly Betty finale
9-11 pm: Two-hour Grey's Anatomy finale

May 29
8 pm: Lost encore (part 1 finale)
9-11 pm: Two-hour Lost finale

 

Aqui fica também a nova promo ao próximo episódio de “Lost”:

 

 
publicado por ZB às 16:36
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

Mais "Lost" esta temporada????

 

O Ausiello, da TVGuide, diz ter a informação de que Damon Lindelof e Carlton Cuse, produtores executivos de “Lost”, estarão a negociar com a ABC a produção de mais um episódio da série ainda para esta temporada. Porém, alerta que ainda nada está certo.

 

Seria bem bom, seria!!

 

publicado por ZB às 02:38
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Quarta-feira, 26 de Março de 2008

Lost: estreia da 4.ª temporada com pompa e circunstância

 

Para a estreia da 4.ª temporada de “Lost”, parece que a Fox e a TVCabo estão a organizar um passatempo cujo prémio é uma viajem ao Havai. Além disso, parece que no dia 29 de Março, portanto, Sábado, vão ser lançados de pára-quedas, em Lisboa (Parque das Nações, Rossio, Restauradores e Saldanha), caixas de mantimentos da Dharma Iniciative (O quê?? Isto anda muito à frente!). Para irem à página do passatempo, basta clicarem na imagem em cima. Em baixo, encontra-se o anúncio do passatempo.

 

No dia 1 de Abril, às 21.30, regressam os Perdidos ao canal Fox e, para comemorar, a Fox e a ZON TVCABO vão levar 2 pessoas ao Havai!

 

Ganhar uma viagem nunca foi tão fácil! Preenche o formulário de participação, responde às 3 perguntas ( o filme resumo das 3 últimas temporadas pode ajudar-te a encontrar as respostas ) e escreve o final perfeito para a grande aventura dos Perdidos ( máximo 750 caracteres ).

 
Se responderes acertadamente e escreveres o final mais criativo para esta electrizante série, vais ao Havai com um amigo/a!

 

publicado por ZB às 09:21
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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Lost – 4x8 – Meet Kevin Johnson (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Isto não se faz! Terminar um episódio desta maneira, sabendo que temos de esperar 5 (!!!) semanas até descobrirmos quem matou o Karl e alvejou a Rousseau (não acredito que ela esteja morta), é de deixar os cabelos em pé! Bem que o Damon Lindelof avisou várias vezes, na altura em que ainda não se sabia quando terminaria a greve, que se a 4.ª temporada terminasse nestes 8 episódios os fãs ficariam desagradados. Bem sabia ele da frustração que a espera iria causar. Vendo bem as coisas, até podemos dar-nos por satisfeitos de apenas termos de esperar 5 semanas e não quase um ano.

 

A grande parte do oitavo episódio de “Lost” está explicada no seu título: conhecer Kevin Johnson. Quando Sayid decide pedir explicações a Michael sobre a sua presença na fragata, este regressa ao passado para nos mostrar o que aconteceu desde que saiu da ilha. E aconteceu tanta coisa!

 

O primeiro ponto de destaque foi saber que o Ben cumpriu a sua promessa e lhes deu, ao Michael e ao Walt, as coordenadas correctas que lhe permitiram sair da ilha. De volta a Nova Iorque, Michael, corroído pela culpa de ter assassinado Ana Lucia e Libby, tenta desesperadamente suicidar-se sem sucesso. Após uma dessas tentativas, e enquanto está a recuperar no hospital, ele começa a ter visões de Libby que, tal como se esperaria, o deixam bastante perturbado. Um aspecto bastante interessante deste episódio foi o número de personagens que apareceram e que já estão mortos! Como já tinha referido, aparece a Libby. Além dela, ainda surgem o Tom, a Naomi e o Minkowski.

 

Ficamos também a conhecer qual a forma que os argumentistas da série arranjaram para que não fosse notado o crescimento do actor que interpreta o Walt mantendo-o, ao mesmo tempo, ausente visualmente mas presente sempre nas palavras do pai como nas de outros. É verdade que o miúdo apenas apareceu numa pequena cena, à distância, olhando o seu pai de uma janela para que não nos apercebêssemos das mudanças, mas o personagem esteve sempre presente durante a grande parte do episódio. Agora sabemos que Michael acabou por lhe contar o que tinha feito, levando Walt a não querer sequer estar junto dele. Claro que, na vida real, se eu tivesse assassinado alguém, acho que nunca iria revelá-lo a terceiros, muito menos ao meu próprio filho, ainda para mais quando ele é apenas uma criança, mas, em termos da história da série, pareceu-me uma boa forma de dissimular o problema inerente ao crescimento do actor.

 

Após recuperado duma tentativa de suicídio e vendo falhada uma nova aproximação ao filho, Michael decide arranjar uma arma para tentar de novo. Para adquirir a pistola, vimo-lo a trocá-la pelo relógio que pertencia ao Jin, um pormenor estupendo, mas, quando ele está prestes a fazê-lo, surge Tom, o «Outro» que lhe raptou o filho, ali numa das ruas de Manhattan. Após um esperado «showdown», Tom dá-nos algumas confirmações de que já suspeitávamos e outras informações adicionais: como que alguns «Outros» entram e saem da ilha a seu belo prazer; que Charles Widmore desenterrou 324 cadáveres na Tailândia, comprou um avião e colocou-o no fundo da Falha de Sunda, num local onde seria demasiado difícil e caro recuperar os destroços do avião e confirmar se era realmente o voo 815 da Oceanic; e, acima de tudo, o momento «WTF?» do episódio, que a ilha não permite que o Michael se suicide! Talvez daqui exista uma correlação com a tentativa falhada de Jack no flashforward do final da terceira temporada. E porque razão os tripulantes da fragata estão a experimentar o efeito oposto, sendo induzidos a suicidar-se devido à sua proximidade à ilha? Será que haverá aqui a tal distinção entre quem são os bons e os maus, e que essa mesma distinção é feita pela ilha? É o que parece.

 

Contudo, o encontro com Tom não permite a Michael apenas algumas respostas, mas uma oportunidade de redenção, quando o Outro lhe oferece a hipótese de ajudar os restantes sobreviventes do voo Oceanic 815 que ainda se encontram na ilha. Oferecer não será bem a palavra certa, visto que Michael acaba por ser emocionalmente chantageado por Tom. E assim, decide embarcar na fragata para que possa pagar pelos seus erros e evitar que os seus amigos (apesar de já não o serem) sobrevivam.

 

E é a bordo da fragata que acontecem dois pormenores, que até nem são assim tão pequenos, que me deixaram, como se costuma dizer, com a pulga atrás da orelha. O primeiro foi o facto de apenas existir um helicóptero, o que é um erro de continuidade da série. Quando a Naomi caiu na ilha de pára-quedas, durante a terceira temporada, nós ouvimos e vimos um «splash» na água de um helicóptero a cair. Mesmo depois, ela acaba por contar que o helicóptero que ela pilotava se tinha despenhado. Mais tarde, surge o helicóptero pilotado pelo Lapidus. No entanto, no flashback do Michael, apenas existe um helicóptero pousado na fragata. O outro pormenor é a cena da bomba à lá cartoons! Usar uma bomba falsa só para se provar que não é um assassino sem misericórdia é uma manobra um bocado estranha. Quando aquela bandeirinha, ou algo parecido, se levanta quando a contagem chegou ao fim foi um bocado ridículo, lembrando cenas típicas dos desenhos animados.

 

Para o final, ficaram os momentos mais chocantes. Primeiro, o Sayid decide revelar ao capitão da fragata quem é na realidade o Kevin Johnson. E depois, o que aconteceu ao Karl, à Alex e à Rousseau. 

 

Claro que aquela estúpida promoção da ABC (mais uma…) me deixou a pensar que algum dos personagens principais iria morrer, mas isso não aconteceu. Caminhando em direcção a um santuário, o sítio para onde os restantes «Outros» se dirigiram no final da terceira temporada, a pedido de Ben, que teme pela vida da filha caso as pessoas da fragata descubram a ligação existente entre eles, Alex, Karl e Rousseau, são alvos de disparos vindos de parte incerta. Karl e Rousseau são mesmo atingidos, e sabemos que o primeiro morreu mas ficamos na dúvida em relação à segunda. E Alex, temendo pela vida, decide anunciar que é filha de Ben. O chato disto tudo foi nem sequer termos tido a oportunidade de ver quem estava a disparar. Enfim, vamos ter de esperar até 24 de Abril para termos essa resposta.

 

Nota: 9.6/10 

 

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Quarta-feira, 19 de Março de 2008

"Lost" aos quadradinhos

Para mais cartoons, sketches e outras coisas mais, visitem http://lostboysproject.com/.

 

 

 

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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Lost – 4x7 – Ji Yeon (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Esta semana, o episódio foi dedicado por inteiro a Jin e Sun. Com uma pitada de Juliet. E com um bocadinho de Sayid e Desmond. E com um pouco de Mich… Perdão… Kevin Jonhson. E Ji Yeon que, como ficamos a saber logo nos primeiros minutos, é o nome que Jin gostaria de dar ao bebé, caso seja uma menina. Ah, e é verdade! Ficamos ainda a conhecer quem é o 6 dos “Oceanic Six”.

 

Para quem andava algo desapontado, como eu, com o “esquecimento” que ambas as personagens coreanas tinham tido até ao momento, durante esta quarta temporada, vai certamente ficar satisfeito com este episódio. Ainda para mais, e até como já tínhamos visto durante breves momentos em episódios anteriores, o Jin andava a aprender inglês, e parece que a falta de actividade na ilha o ajudou bastante a desenvolver as suas capacidades linguísticas e, tal como se tivesse frequentado um daqueles cursos intensivos, neste episódio praticamente domina a língua (ironia, para quem não percebeu).

 

Mas, as surpresas não se ficam com os dotes de Jin para línguas. Ao saber das mais recentes acções de Charlotte e Daniel, Sun começa a temer que as intenções deles não sejam as melhores e que o resgate prometido pode nunca acontecer. Ainda por cima, descobre que Juliet continua a mentir com todos os dentes que tem acerca da ilha e dos seus mecanismos, levando-a a duvidar de toda a conversa de estar em perigo de vida devido à sua gravidez. Assim, decide que, para sua segurança e a do bebé, devem dirigir-se ao acampamento de Locke.

 

Sem conseguir convencer Sun, nem Jin, que precisam de sair da ilha ou ela morrerá, Juliet recorre a uma estratégia muito pouco ética e decide divulgar ao coreano que a sua mulher teve um caso. (É pá, não havia necessidade!) Como seria de esperar, a revelação deixa Jin abalado, e os planos de Sun vão por água abaixo, restando-lhe continuar na praia. Daqui surgem vários momentos dramáticos envolvendo o casal, que ocupam o espaço para a totalidade da acção a decorrer na ilha durante o episódio, alguns dos quais bastante emotivos.

 

Entretanto, na fragata, Sayid e Desmond, que se encontram em cativeiro desde que decidiram escapar da enfermaria, recebem um misterioso bilhete onde se refere que não devem confiar no capitão. Ora, se eles não devem acreditar no capitão, então nós também não deveríamos, não é? O problema é que aquilo que o capitão disse até foi bastante interessante e bate certo com o que já sabíamos. Que a fragata está ali a mandado de Charles Widmore e que o avião 815 da Oceanic encontrado na Falha de Sunda foi ali plantado, juntamente com 324 corpos desconhecidos!

 

Ficamos ainda a saber, não da conversa, mas pelo que vamos vendo, que o pessoal da fragata está a ficar psicologicamente arruinado por se encontrarem estacionados demasiado perto da ilha. Parece que o suicídio é mesmo algo recorrente por aquelas bandas e até assistimos em primeira-mão a um deles quando Regina, personagem de quem, tal como Minkowski, já conhecíamos a voz, acaba por se atirar ao mar totalmente acorrentada, mergulhando na sua morte. Já agora, só como curiosidade, a actriz que interpreta Regina chama-se Zoe Bell e é uma conceituada dupla (o seu trabalho mais conhecido foi ter sido a dupla de Lucy Lawless em “Xena”), cujo maior papel como actriz foi mesmo no recente filme de Quentin Tarantino, “Death Proof”, um dos dois segmentos de “Grindhouse”.

 

Contudo, a maior, a mais esperada, surpresa vinda da fragata foi Kevin Johnson. Claro que ninguém vai ler este texto antes de ver o episódio (ou pelo menos, não deveria! Sim, Odete, estou-me a referir a ti!) e, por isso, já todos sabem a quem me refiro: a Michael Dawson, o mais que provável espião de Ben, apesar de ainda nada ter sido referido até ao momento. Ver o Sayid e o Desmond, especados a olhar para ele quando o médico da fragata lhes apresenta o Michael como sendo Kevin Johnson, foi algo verdadeiramente impagável.

 

Feitas as revelações no «Presente», façamos uma viagem até ao «Futuro» e, surpreendentemente, também ao «Passado».

 

Uma vez mais, os responsáveis pela série decidem pregar-nos nova partida e brincar mais um pouco com o conceito dos “flashbacks” e “flashfowards”, fazendo-o de uma forma como ainda nunca tinham feito até hoje.

 

À semelhança dos “flashbacks” das temporadas anteriores, também em “Ji Yeon” ambos os elementos do casal coreano são retratados. Com os dois personagens em cenas distintas, começamos por nos aperceber que estamos a ver imagens do futuro no momento em que Sun entra em trabalho de parto. Rapidamente, apreendemos que estamos perante os últimos membros dos “Oceanic Six”. O engraçado de tudo é que, com o aproximar do desfecho do episódio, ficamos a saber que apenas ela é um dos membros do conhecido grupo de seis sobreviventes do voo 815 da Oceanic e que as imagens que vínhamos a acompanhar de Jin eram, na realidade, imagens do passado utilizadas de forma a ludibriar, uma vez mais, o espectador. Apesar de ter estranhado o “tijolo” que Jin tinha como telemóvel, nada me fez prever que, enquanto víamos o futuro de Sun, estávamos também a ver o passado de Jin. O problema é que parece que o único intuito das desventuras de «Jin e o Panda» foi apenas o de nos iludir, visto o interesse daquilo que nos mostraram ter sido reduzido.

 

Compensou a parte que coube a Sun, com o nascimento de Ji Yeon, a visita de Hurley, e, num comovente final, ficarmos a saber que Jin não chegou a sair da ilha. Sim, porque para quem não conseguiu ver o que estava inscrito na lápide (pode fazê-lo aqui), a data da morte gravada é 22-09-2004, o dia em que o voo 815 da Oceanic se despenhou. Resta saber o que lhe aconteceu. Mais uma curiosidade: não é que eles voltaram a matar o personagem do mais recente actor a ter sido preso por conduzir embriagado!? Pura coincidência…

 

Para finalizar, gostaria apenas de fazer uma referência à promoção que passaram no final do episódio (quem quiser saber mais, seleccione o texto que se segue com o rato). Parece que vai mais um personagem a caminho do Grande Além. Acredito que nos vão querer surpreender e vão matar alguém que não estejamos à espera, o que me leva a crer que tanto a Claire como o Jin ainda estarão a salvo para já. Mas, isto de ser ainda outra personagem, não me está a agradar nada. Espero que não lhes dê na cabeça em matarem a Juliet ou o Desmond! Ou o Locke ou o Ben (estes duvido que o fizessem devido à sua importância como personagens ou pelo facto de serem interpretados pelos dois melhores actores da série). A matarem alguém, que o façam a um dos novos. Apesar de gostar dos personagens, sempre preferia que fosse um deles. 

 

Nota: 9.3/10

 

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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Lost – 4x6 – The Other Woman (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

A primeira impressão com que fiquei deste episódio foi que poderia ter dado muito mais, sobretudo, o flashback, que se centrou muito num Outro (duplo sentido completamente intencional) quarteto amoroso existente na ilha e pouco nos mistérios por detrás dos Outros propriamente ditos.

 

Já sabíamos, do episódio “One of Us”, que Juliet tinha tido uma relação afectiva com Goodwin. Em “The Other Woman”, em português «a outra mulher», ficamos a saber que essa mesma relação é uma ligação proibida, visto que Goodwin é casado com Harper, a psicóloga da ilha. Sim, existe uma psicóloga na ilha porque, tal como Juliet revela ao Jack, ser um Outro é algo que causa bastante stress. Além disso, ficamos a saber que o Ben está apaixonado pela Juliet, que é parecida a alguém do seu passado (eu diria que é a mulher do quadro com o hamster no colo, e talvez seja mesmo a pequena Annie), e que enviou o Goodwin para junto do pessoal da cauda do avião de modo a o afastar dela.

 

Se bem que todos os pequenos pedaços de informação que nos foram dando são agradáveis peças do puzzle geral, não consegui afastar aquela sensação de querer ver algo diferente. Foi interessante ver de novo o Tom, a referência aos miúdos, mas o resto acabou por parecer mais do mesmo, com outra mulher grávida a morrer, com referências ao tumor do Ben e ao facto do Jack ser cirurgião.

 

No «Presente», Charlotte e Daniel desaparecem sem dar explicações e Jack, Juliet, Jin e Sun dividem-se em equipas para os procurar. Descobrimos que os dois elementos da equipa da fragata procuram uma estação Dharma, chamada “Tempest”, que a Juliet diz ser a estação que fornece energia à ilha, mas que descobrimos ser um sítio onde se realizam experiências envolvendo produtos químicos letais. É bastante óbvio que eles tinham em mente encontrar aquela estação há bastante tempo porque, primeiro que tudo, tinham um mapa, depois, desde o momento que chegaram à ilha que sabemos que tinham máscaras de protecção, e já agora, pelas palavras de Charlotte, tudo indica que eles sabem do acto de terrorismo levado a cabo sobre o pessoal da Dharma Iniciative.

 

Contudo, a busca desta nova estação foi algo confusa e feita por motivos bastante duvidosos. Se a Charlotte e o Daniel tinham intenções de evitar um ataque químico, tornando o gás inerte, porque não o disseram logo no acampamento? Se a vida de toda a gente estava em perigo, acho que não havia qualquer razão para que não confiassem neles. Em vez disso, saíram às escondidas e atacaram a Kate sem haver grande necessidade disso. Pareceu-me que todo o episódio foi escrito só para que ficássemos com a ideia de que eles pretendiam fazer algo de mal, quando na realidade pretendiam evitar uma catástrofe. Vamos esperar para ver que explicações os personagens vão dar, tal como a Charlotte anunciou no final do episódio.

 

E, agora, aquilo que mais graça me deu neste episódio (e não no bom sentido): mas quem é que anda numa ilha, praticamente deserta, com notas no bolso!?

 

E, agora, aquilo que mais graça me tem dado durante esta temporada (e não no bom sentido): será que podem dar mais algum tempo de antena à Sun e ao Jin? Quase parecem figurantes, pois em seis episódios apareceram cerca de 2 minutos.

 

Mas, deixemos para trás as dúvidas e as coisas menos interessantes, passemos então aos momentos bons.

 

Primeiro que tudo, o aparecimento sobrenatural de Harper. Os sussurros ouvidos antes da sua aparição a Juliet e depois quando desaparece praticamente no ar, indicam, como já tivemos oportunidade de ver em outras ocasiões, a presença de uma identidade que consegue adoptar a forma de quem quer. Além disso, e pelas palavras da médica de fertilidade no final do episódio, é algo que o Ben consegue manipular. O «como», ainda é algo que deveremos ter muito de esperar para saber.    

 

Também tivemos direito a uma grande «catfight»! Não foi tão boa como a cena entre a Juliet e a Kate em “Left Behind”, mas valeu bem a pena.

 

A grande revelação deste episódio foi, tal como eu já tinha previsto, o envolvimento mais profundo de Charles Widmore em toda a trama. Ben, voltando a demonstrar as suas enormes capacidades de manipulação, permite-nos, bem como a Locke, este importante pedaço de informação. O que foi chato, foi o Locke ter-nos ganhado vantagem, pois já sabe quem é o espião do Ben na fragata, e nós apenas podemos tentar adivinhar a sua identidade. Mas, pela promoção ao próximo episódio, acho que não teremos de esperar muito.

 

E o que dizer daquela última cena, de uma simplicidade tremenda, mas soberba, com o Ben a passar pelo Hurley e o Sawyer, como se nada se tivesse passado, deixando os dois boquiabertos com um «see you guys at dinner».

 

Para o fim, destacava uma outra frase que a Juliet diz no final deste episódio, que aponta para algo que eu já venho a prever há algum tempo: o Ben vai sair vitorioso da guerra com o pessoal da fragata. E isto vai implicar que os seis elementos que sairão da ilha, só o farão porque ele quer.

 

Nota: 8.5/10

 

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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Lost – 4x5 – The Constant (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

A temática das viagens no tempo é algo que sempre me fascinou. E saber que a mesma é forte componente no desenrolar da narrativa da minha série favorita deixou-me ainda mais extasiado.

 

Na temporada transacta, “Flashes Before Your Eyes” pautou-se como um episódio excepcional e um dos mais originais do universo de “Lost”. Agora, com “The Constant”, mergulhamos mais fundo nas consequências de Desmond ter rodado a chave do sistema de segurança da estação “The Swan”, do céu ter ficado púrpura, dos estranhos fenómenos temporais que envolvem a ilha, da suspeita relação de Charles Widmore com elementos da mitologia da ilha, e da mais bela história de amor existente em toda a série.

 

Escrever acerca dos pormenores relacionados com os fenómenos da física que abundaram neste episódio pode ser traiçoeiro, por isso, prefiro debruçar-me sobre os factos mais concretos e menos relacionados com qualquer teoria que nesta altura possam percorrer a mente.

 

Tudo começa na viagem de helicóptero em direcção à fragata dos supostos resgatadores dos sobreviventes do voo 815 da Oceanic. Enquanto tentam sair da ilha, Frank, Sayid e Desmond deparam-se com alguns problemas. O helicóptero começa a ficar instável e o fenómeno que causa essa instabilidade envia a consciência de Desmond de regresso a 1996, altura em que se encontrava no exército. Contudo, quando regressa ao presente, o escocês mostra-se agitado e afirma não conhecer nenhum dos seus companheiros de viagem.

 

Pouco depois, passadas as dificuldades, vimos pela primeira vez a famigerada fragata. Primeira surpresa: o barco não é nada daquilo que esperava. Por um lado, parece bastante inócua visto não existirem homens armados até aos dentes, e parece quase desgovernada, com meia dúzia de tripulantes. Por outro, os poucos novos personagens que conhecemos têm uma presença algo assustadora.

 

Quando se apercebem dos problemas que Desmond enfrenta, dois dos tripulantes da fragata recomendam colocá-lo na enfermaria para que o médico a bordo o possa observar. Traiçoeiramente, acabam por o trancar nessa mesma enfermaria juntamente com outro homem amarrado a uma cama. Segunda surpresa: esse homem é George Minkowski, cuja voz conhecemos das comunicações iniciais feitas entre a fragata e a ilha, e afirma estar a sofrer do mesmo problema que Desmond!

 

Intrigado com o que se passa com o escocês, Sayid decide ligar para a ilha a explicar o sucedido. É então que entra em cena Daniel Faraday, sugerindo que Desmond lhe faça uma visita no passado para que ele o possa ajudar. Os flashes entre 1996 e 2004 vão sendo estruturados de forma a convergir numa resolução final, a qual acaba por ser primordialmente salvar a vida do escocês, que se encontra em perigo devido à maior intensidade que as viagens no tempo vão tendo ao longo do episódio.

 

Faraday, professor de física na universidade de Oxford, tem vindo a conduzir experiências relacionadas com transições temporais, e revela a Desmond que a única forma de ele conseguir voltar ao normal é arranjando uma espécie de «âncora», algo familiar e comum às duas realidades. E o quê ou quem pode ser essa mesma «âncora»? Penny, claro.

 

Sem conseguir encontrar Penny, pois ela mudou de apartamento e de número de telefone, o escocês vê-se obrigado a procurar o pai dela, Charles Widmore, de forma a lhe pedir a nova morada da filha. Terceira surpresa: Charles Widmore volta a mostrar que tem um importante papel em tudo o que está a acontecer. A prova disso é a enorme quantidade de dinheiro que ele se predispõe a gastar para adquirir o diário de um dos tripulantes do Black Rock, chamado, imagine-se, Tovar Hanso. Se não fosse por uma teoria que tinha quase a certeza ter caído por terra neste episódio, diria que não tinha dúvidas de que Charles Widmore é o (ou um dos) grandes vilões de toda esta história, que foi ele que enviou a fragata para procurar a ilha (daí o Minkowski revelar que estavam proibidos de atender as chamadas da Penny), e que ele pretende capturar ou matar o Ben pelo que ele fez ao pessoal da Dharma.

 

De regresso à fragata, Desmond, Sayid e Minkowski, ajudados por um misterioso «amigo», conseguem escapar da enfermaria e dirigem-se à sala de comunicações onde o escocês poderá estabelecer contacto com a sua «âncora». O problema é que alguém destruiu todos os sistemas de comunicação e Sayid terá de improvisar uma solução. Enquanto isso, Minkowski faz uma fatal viagem no tempo. Não será muito difícil de adivinhar que quem lhes abriu a porta e destruiu as comunicações seja o infiltrado do Ben.       

 

E claro que o episódio teria de terminar com chave d’ouro. Não terminou com uma revelação surpreendente, mas ver o Desmond e a Penny finalmente juntos, apesar da distância não deixaram de se encontrar, fazendo promessas um ao outro, foi verdadeiramente emocionante.

 

Gostaria ainda de referir três coisas:

 

Quem reparou em alguém que estava a observar o Sayid por uns binóculos, quando o iraquiano estava no convés da fragata mesmo antes de pedir o telefone ao Frank para ligar para a ilha? Aquele era quem eu penso que será!? Podem ver aqui.

 

Houve um ponto neste episódio que me deixou aborrecido, não em termos da história, mas porque deitou por terra algumas teorias bem interessantes que eu tinha e que estavam relacionadas com a possibilidade de o tempo avançar de forma mais rápida fora da ilha. Ora, segundo um calendário visto e mencionado a bordo da fragata, os dias que passaram no exterior são tantos, ou se existem diferenças são praticamente mínimas, como na ilha propriamente dita. Ainda por cima, o atraso de um dia da saída da ilha deixava-me ainda mais próximo da minha teoria.

 

Esse mesmo calendário, indica que o dia da acção do episódio é 24 de Dezembro de 2004. Quer dizer que, dois dias depois, foi o dia do tsunami. Será que a ilha vai ser afectada pelo fenómeno?

 

Nota: 9.8/10

 

 

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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Lost: calendarização oficial dos restantes episódios

 

Episode 5: Feb. 28/ Episode 6: March 6/ Episode 7: March 13/ Episode 8: March 20
............
PAUSA
............
Episode 9: April 24/ Episode 10: May 1/ Episode 11: May 8/ Episode 12: May 15/

Episode 13: May 22 (Season Finale)

 

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Lost: oitavo episódio antes da pausa?

 

Segundo a Kristen, do E!, o episódio 8 de “Lost” seria suposto ser transmitido a 17 de Abril, depois de uma pausa. Mas como o regresso de “Ugly Betty” e “Grey’s Anatomy” está agendado para 24 de Abril, a ABC pretende o regresso das três séries nesse dia. Dessa forma, é provável que a intenção de transmitir o oitavo episódio antes da pausa seja de novo muito viável.

 

publicado por ZB às 22:03
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

Lost – 4x4 – Eggtown (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Novo episódio, nova peça deste inacreditável puzzle. O problema é que ao contrário dos outros puzzles, em que, quando uma peça encaixa, fazem mais sentido, neste, quando existe um determinado avanço cria-se ainda mais confusão. “Eggtown” não revela nenhum membro dos “Oceanic 6”… Ou revela? Já não sei. Talvez seja um “Oceanic 6 e 1/2”. As perguntas que me percorrem a mente sobre este assunto são tantas, que nem me atrevo a colocá-las todas aqui. De uma coisa acho (e enfatizo o «acho») que podemos ter a certeza: a Claire não deve ficar cá por muito tempo.

 

“Eggtown” é um flashforward de Kate, quem já sabíamos que tinha saído da ilha desde o final da terceira temporada. De volta ao «mundo real» ela vê-se confrontada com os crimes que cometeu e tem de pagar por isso. Por essa razão, o flasforward é centrado, quase na totalidade, no decorrer do seu julgamento. Como vem sendo habitual durante esta temporada, também este avanço no futuro está repleto de momentos fantásticos e revelações assombrosas. Cada segmento é uma autêntica maravilha.

 

Temos paparazzis, o Jack a testemunhar em seu favor e a contar uma história de sobrevivência bem diferente daquela que conhecemos, o Jack a dizer que não a ama, o Jack a dizer que era mentira quando disse que não a amava, um emocional encontro entre ela e a sua mãe, que está às portas da morte desde há quatro anos atrás, e ainda há tempo para descobrimos quem é o «him», o «ele», que Kate tinha referido na cena final da terceira temporada. E não é o Sawyer.

 

De regresso à ilha, Kate, algo receosa sobre o que esperar caso saia da ilha, decide procurar Miles e perguntar-lhe o que é que eles sabem sobre o seu passado. Mas, para isso, precisa da ajuda do seu «con man» preferido de modo a passar por Locke, o rei da selva. Quando ela consegue chegar junto do «Bruce Lee da fragata», Miles chantageia-a a levá-lo perante Ben. Do encontro ficamos a saber que Ben, além de um manipulador profissional, tem bastante «papel». Ou, pelo menos, acesso a ele, já que Miles lhe pede 3,2 milhões de dólares para dizer ao seu empregador que encontrou o líder dos «Outros» morto. As cenas em que o Michael Emerson participa são sempre tão boas, mas tão boas, que deviam fazer um spin-off da série só com a sua personagem.

 

E o que dizer do Locke que está, cada vez mais, à beira da insanidade (a cena da granada foi fantástica)!?

 

Por sua vez, na praia, reina a loucura total. A Sun e o Jin têm falas. O Daniel não consegue memorizar o naipe de três míseras cartas. E o Jack e a Juliet descobrem que o helicóptero, que partiu há um dia, ainda não chegou à fragata.

 

Na senda do que tem acontecido desde “The Beginning of the End”, “Eggtown” é mais um excelente episódio de uma temporada que promete ser memorável. A Kate foi, desde sempre, uma das minhas personagens favoritas e sempre gostei bastante dos seus flashbacks, mas este flashforward superou qualquer um deles sem a mínima dúvida.

 

Depois de tudo o que ficámos a saber nestes quatro episódios, devo dizer que, neste momento, uma das minhas teorias é a seguinte: não acredito que seja o pessoal da fragata que vai tirar os sobreviventes do voo 815 da Oceanic da ilha. Acho que vai acontecer algo terrível envolvendo toda a gente e é o Ben que consegue sair por cima daquela que for a situação, e é ele que vai permitir a saída de apenas alguns elementos em troca de algo, daí o diálogo entre ele e o Sayid no final do “The Economist”. Terei razão? Nem eu próprio tenho confiança nisso…

 

Nota: 9.4/ 10

 

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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

Será cedo de mais para festejar!?

 

Corre um rumor que Cane foi cancelada. Será cedo de mais para festejar!? Não é que tenha alguma coisa contra a série propriamente dita, mas o seu cancelamento pode significar o regresso de Richard Alpert, o enigmático “Outro” que não envelhece, interpretado por Nestor Carbonell.

 

publicado por ZB às 19:50
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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

Lost – 4x3 – The Economist (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

“The Economist” deixa para trás as correrias desenfreadas em busca dos novos personagens e volta a centrar-se nos sobreviventes do voo 815 da Oceanic, revelando um novo membro do grupo «Oceanic 6»: Sayid.

 

Pautado de um ritmo mais lento do que em “Confirmed Dead”, mas com uma narrativa estruturalmente mais coesa, o terceiro episódio de “Lost” volta a ser uma verdadeira «caixa de surpresas», sobretudo devido a um soberbo flashforward, provando mais uma vez que os criadores da série ganharam uma poderosa arma em que conseguem presentear-nos com fantásticas reviravoltas, deixando-nos de queixo pregado ao chão, mesmo que nem seja apenas através dos mais pequenos dos pormenores.

 

Confesso que espera rever Nadia neste flashforward, mas o resultado dissimulou por completo a sua ausência, desde a reviravolta à la Casino Royale até à revelação final.

 

Se já foi surpresa suficiente Sayid ter-se tornado assassino a soldo de alguém, o espanto alcançou proporções ainda maiores quando se descobre de quem o iraquiano recebe ordens. A última cena é simplesmente algo de transcendental, onde o encontramos totalmente vergado à vontade de Ben, lavado em lágrimas por «ter vendido a alma ao diabo» em troca da protecção dos seus amigos e em troca da vida de alguém por quem nutria fortes sentimentos, talvez pela primeira vez desde Shannon. Este era, sem qualquer dúvida, o último personagem sobre quem alguma vez poderia pensar que tal acontecesse.  

 

Claro que, e como é usual nesta série, no final do flashforward, além da fantástica revelação, a cota de perguntas tinha aumentado exponencialmente. Qual será a identidade do Economista? Será Matthew Abaddon? Quem são as pessoas que figuram na lista de Ben? E o que aconteceu de tão terrível que tornou Sayid num lacaio de Ben? Pelo menos, conseguimos reter alguns pontos em comum com outros momentos da série, como o facto da pulseira que Elsa usa ser semelhante (ou a mesma) à de Naomi ou o facto do seu empregador não ser grande admirador da tecnologia, tal como Locke ou Jacob.   

 

Na ilha, os sobreviventes estão dependentes da boa vontade do pessoal da fragata em os levar de volta ao mundo real. Para isso, Sayid compromete-se a resgatar Charlotte das mãos de Locke em troca de um bilhete para fora da ilha. Assim, o iraquiano, Kate e Miles partem em direcção à pequena aldeia dos «Outros».

 

No decorrer da temporada tem-se notado a importância de ter sido estabelecido um prazo para terminar a série por diversas ocasiões, sendo uma delas o óbvio encurtamento das deslocações dos personagens de um ponto ao outro. Quando no passado, uma viagem de caminho até à aldeia dos «Outros», ou até à praia para ir buscar Desmond, demoraria dois episódios, agora demora apenas algumas cenas. E isso é um aspecto muito importante em termos da construção da narrativa, deixando de lado alguns momentos a que muitos chamariam de «engonhanço» (para mim não existe tal coisa em “Lost”) e passando a centrar a acção no que realmente interessa.

 

E o que realmente interessa? Cenas como uma divisão secreta na casa de Ben, Desmond a exigir resposta sobre a razão de Naomi ter uma foto de Penny, Hurley a enganar os amigos e a fala «another Sawyer», a experiência de Faraday, que nos revela um importante facto acerca da ilha e exulta as teorias relacionadas com o contínuo espaço-tempo, Sawyer a querer «brincar às casinhas» com Kate, Sayid a dizer que no dia em que confiasse em Ben seria o dia em que vendia a sua alma (o que sabemos que aconteceu mesmo devido ao flashforward) ou quando aquele helicóptero levanta e começa a distanciar-se da ilha.

 

Só foi pena que, aquele que era o único personagem que ainda questionava as motivações de todos e teve sempre a maior clarividência em relação a querer saber a verdade, tenha tido uma paragem cerebral quando está sozinho numa sala com Ben, principalmente numa altura da série em que todos os mistérios parecem revolver à sua volta (e que bem que Michael Emerson tem sido aproveitado pelos criadores da série).

 

Um grande episódio, duma grande série! Mais palavras para quê?

 

Nota: 9.2/10

 

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publicado por ZB às 15:51
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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

ABC prepara grelha para quinta-feira de peso

 

Já aqui tinha referido que “Lost” iria ter mais cinco episódios produzidos esta temporada, totalizando 13, e agora sabem-se novos pormenores acerca do futuro próximo da série.

 

“Lost” vai ser transmitido, no horário em que está, até ao 7.º episódio, que supostamente tem um melhor cliffhanger que no oitavo, no dia 13 de Março. Depois pára seis semanas e regressa a 24 de Abril com os restantes seis episódios, novamente à quinta-feira, mas na posição da grelha logo a seguir a “Ugly Betty” e “Grey’s Anatomy”, que também regressam com novos episódios.

 

A grelha da ABC, às quintas-feiras, passará a ser disposta da seguinte forma: Ugly Betty 8 pm/ET; Grey’s Anatomy 9 pm/ET; Lost 10 pm/ET.

 

Além disso, parece que a ABC pretende que o mesmo esquema seja seguido nos próximos anos.

 

Resta dizer que, em termos de audiência, isto pode ser muito benéfico para “Lost”.

 

publicado por ZB às 00:01
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

ABC renova nove e "Lost" só terá 13 episódios esta temporada

 

A ABC renovou oficialmente nove séries para a temporada 2008-09: "Brothers & Sisters," "Desperate Housewives," "Dirty Sexy Money," "Grey's Anatomy," "Lost," "Private Practice," "Pushing Daisies," "Samantha Who?" e "Ugly Betty".

 

“A força da nossa grelha durante o último Outono não tem precedentes e fala por si própria”, afirmou Stephen McPherson, presidente da ABC Entertainment. “Procuramos construir o futuro baseando-nos nesse sucesso”.

 

Entretanto, Carlton Cuse admitiu que a quarta temporada de “Lost” vai ter, no máximo, 13 episódios que podem vir a ser emitidos sem qualquer interrupção, apesar de se saber que apenas foram produzidos oito episódios antes da greve.

 

Segundo Cuse, a equipa de argumentistas da série vai terminar a quarta temporada, em termos de história, da mesma forma que sempre estivera planeada, condensando a história, que seria distribuída em oito episódios, nos últimos cinco.

 

publicado por ZB às 09:56
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Sábado, 9 de Fevereiro de 2008

Previously on Lost: Recapitulações musicais

 

Dos fãs de “Lost” pode-se esperar de tudo! Até uma banda virtual que interpreta temas baseados no que aconteceu durante os episódios passados, inevitavelmente chamada “Previously on Lost”, e os seus temas (para já apenas um, relativo ao primeiro episódio da quarta temporada) podem ser encontrados na sua página do MySpace.

 

Em baixo, deixo-vos a letra de um inspirado primeiro single, «Were Goin’ Home».

 

We’re Goin’ Home

Yeah yeah yeah, we’re going home
Yeah yeah yeah, we’re going home

Got a working walky talky and some friends on the shore
Making jokes and going to the dharma food store
Now the boat rowed in and Charlie’s not aboard
But Yeah Yeah Yeah, we’re going home

Well we wonder who the people on the boat gonna be
Ben’s got a nasty shiner and he’s tied onto a tree
Lets follow all the blood so we can talk to NaomEEEEEE
Yeah Yeah Yeah, we’re going home

Jack can’t trust nobody but himself
And Hurley’s quickly losing touch with his mental health
Locke’s gotta toss another corpse upon the shelf
Still Yeah Yeah Yeah, we’re going home

I’ll be free when I’m free of all of my dinero
Free from smashing into lemons with my 70’s camerooooOOOH
Cannonballs!
Cannonballs!
If you want to cannonball…
Then CANNONBALL!

We are the Oceanic Six

 

publicado por ZB às 21:04
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Lost – 4x2 – Confirmed Dead (ABC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

“Confirmed Dead” começa com a descoberta, no mundo exterior à ilha e num período temporal «Passado» (logo sendo um flashback), dos destroços do voo 815 da Oceanic no fundo de uma falha geológica situada ao largo de Bali, Java, Sumatra, e várias outras ilhas que formam um arquipélago chamado Ilhas de Sonda, o qual dá o nome à própria falha geológica (Sunda Trench). É aqui que existe um cruzamento com o jogo “Find 815” que, durante as últimas semanas, deu voltas à mente dos fãs de “Lost”, isto porque quem descobre os restos do avião é o personagem principal do jogo, tendo-se infiltrado num barco que, supostamente, procura destroços de navios antigos e tesouros perdidos, um em particular, o navio Black Rock.

 

Este segundo episódio é sobretudo dedicado à introdução de quatro novos personagens, os supostos resgatadores dos sobreviventes do voo 815 da Oceanic, sendo eles: Daniel Faraday (Jeremy Davies), uma espécie de físico, segundo palavras do próprio, e lunático, segundo as palavras de Naomi (Marsha Thomason), cuja emoção ao ver os destroços do voo 815 indicam que deve esconder algo maior em relação à sua ida para a ilha; Miles Straume (Ken Leung), um temperamental e sarcástico «caçador de fantasmas» (!?) – foi impressão minha ou ele chantageou o fantasma!?; Charlotte Lewis (Rebecca Mader), uma antropóloga com uns olhos verdadeiramente hipnotizantes que descobre um urso polar da Dharma Iniciative na Tunísia (yeah!); e Frank Lapidus (Jeff Fahey), piloto aéreo que, segundo o próprio, era suposto ter pilotado o voo 815 da Oceanic.

 

Os personagens são bem interessantes, misteriosos como se pede sempre em “Lost”, tendo ficado particularmente agradado com Charlotte e Miles, e o casting pareceu-me mesmo muito bom. Dos quatro actores, apenas conhecia o trabalho de dois deles, Jeremy Davies e Jeff Fahey, e já sabia que seriam fantásticas adições à série, tendo Ken Leung e Rebecca Mader sido excelentes surpresas, sobretudo, o primeiro.

 

Como tínhamos visto ainda no final do primeiro episódio, a “Team Shepard” (como tem sido apelidada pela Internet fora) entra, primeiramente, em contacto com Daniel Faraday (também conhecido como Dan). Quase de imediato, Jack e Kate, os únicos da «equipa» que não regressaram à praia, começam a questionar as intenções de Dan ao aperceberem-se que ele está armado. Quando ele lhes revela que o objectivo primário da sua missão não é resgatar os sobreviventes do voo 815, Jack interroga-o sobre o que na realidade os traz à ilha, mas quando o físico se prepara para responder são abruptamente interrompidos (algo típico nesta série) por um sinal emitido pelo telefone de satélite revelando a posição de um outro suposto resgatador: Miles.

 

Entretanto, a “Team Locke”, cujos elementos pensavam estar a dirigir-se para o antigo local onde os «Outros» viviam, está afinal a ser conduzida, pelo próprio Jonh Locke, em direcção à cabana de Jacob. Nesta cena, e para quem se esqueceu desse pormenor como eu, é-nos relembrado que, durante a terceira temporada, o Ben tenta assassinar Locke porque ele consegue ver Jacob, algo que apenas os predestinados conseguiriam. Ao aperceber-se que já não é o único que consegue ver e ouvir Jacob, Ben passa a ver Locke como uma ameaça. E agora, existe mais alguém que também consegue ver Jacob: Hurley. O que é intrigante. Será o facto de Hurley ter supostos problemas mentais que lhe permite ver Jacob? O certo é que, o recentemente revelado membro dos “Oceanic 6”, ainda tentou disfarçar o que tinha acabado de divulgar, mas acabou por ficar sob os olhares de suspeição de Locke e Ben. Também foi interessante que os escritores tenham colocado o Sawyer a questionar porque razão o Locke levou um tiro e andava ali tão à vontade.

 

Voltando à “Team Sheperd”, Jack, Kate e Faraday encontram Miles. Quando abordado por Jack, Miles aponta-lhe uma arma e exige que o levem junto do corpo da traiçoeira Naomi. Aqui surge uma interessante reviravolta proporcionada por Naomi que, no episódio anterior, parecia não ter revelado nada aos seus companheiros sobre ter sido atacada e ferida por Locke, e afinal tinha-os informado através duma mensagem codificada, deixando Jack e Kate de certo modo desprevenidos sobre as intenções do pessoal da fragata.

 

Por sorte, ou talvez apenas por serem duas das mais inteligentes personagens da série, Sayid e Juliet, agora de volta à praia, começam a ponderar sobre as palavras de aviso de Ben acerca dos resgatadores e decidem seguir ao encontro de Jack e Kate, acompanhados de umas sempre úteis armas de fogo. E que fantástico paralelismo se criou na cena em que eles conseguem libertar Jack e Kate das ameaças de Miles com um determinado episódio da segunda temporada, intitulado “The Hunting Party”, isto na altura em que Jack avisa Miles para largar a arma pois os seus amigos estão escondidos ali perto, também com armas apontadas a eles, e Miles não acredita. Mas por pouco tempo…

 

Continuando o seu caminho em direcção a Este, Locke e companhia encontram Charlotte e insistem que ela vá com eles, apesar da mesma não concordar com a decisão de abandonar o local. Entretanto, Ben, com o seu habitual e bastante entretido espicaçar, consegue deixar Sawyer e Locke prontos a executá-lo, mesmo sabendo que ele é o seu principal provedor de informações acerca da ilha, tais como «O que é o monstro?» (claro que ele não ia responder, mas foi bem interessante que lhe tenham perguntado). Sentindo que as ameaças podem passar a actos, Ben começa a disparar informações sobre Charlotte, a sua família e outros factos da sua vida. E quando questionado como sabe tanta informação acerca dela, revela ter alguém infiltrado na fragata. Será o primeiro nome desse alguém começado por M e acabado em L, e será que esse homem tem um filho chamado Walt!? Algo me diz que sim!

 

Simultaneamente, após terem encontrado o piloto de helicóptero, Frank Lapidus, e este se ter apercebido que Juliet não é uma dos sobreviventes do voo 815, Miles revela que estão na ilha com o objectivo principal de encontrar Benjamim Linus.

 

Pelo meio ainda existe uma intrigante cena de flashback entre Naomi e o enigmático Matthew Abaddon, e, quanto ao resto, é pena que Desmond, Jin e Sun não tenham tido qualquer tempo de antena.

 

Claro que este episódio levanta muitas novas questões. Mas o universo “Lost” não seria o mesmo se não fossem criadas novas contendas envoltas em mistério, intriga, de arrancar os cabelos ou de passar noites em claro a pensar nas mesmas. E, apesar do episódio ter ficado uns furos abaixo do primeiro, foi um importante passo em relação a tudo de novo e diferente que o futuro adivinha para esta série.

 

Nota: 8.5/10   

 

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publicado por ZB às 16:58
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