Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Olha, o Capitão John Sheridan vai ser super-herói!

 

Parece que Bruce Boxleitner, o Capitão John Sheridan de “Babylon 5”, vai ter um papel recorrente na terceira temporada de “Heroes”.

 

Apesar do casting interessante, e depois de já terem anunciado a adição ao elenco de Brea Grant, não parece que estão a cometer o mesmo erro da temporada transacta!?

 

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publicado por ZB às 11:52
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Terça-feira, 1 de Abril de 2008

Balanço da Temporada 2007-2008: Heroes (NBC) – 2.ª temporada

 

Terá sido a segunda temporada de “Heroes” o bater no fundo ou poderemos esperar mais do marasmo notório que a série sofreu e do limiar de mediocridade que muitos dos seus episódios chegaram a tocar?

 

Marcada por más decisões em termos de argumento e algumas personagens estéreis e insípidas, episódios que não nos deram mais do que alguns bons bocejos, oportunidades de pensar pormenorizadamente no que fazer para o jantar ou rever a lista de coisas a fazer no trabalho durante o dia seguinte, a segunda temporada de “Heroes” deu para tudo, menos para nos entreter com a audácia e a inspiração que já demonstrara conseguir anteriormente. Em vez disso, tornou-se num modelo de entretenimento pouco afoito, quase acéfalo, repetitivo, e até cansativo em determinadas alturas. Houve momentos em que ver esta série e ver “O Preço Certo em Euros” quase que requeria o mesmo número de neurónios.

 

Ok, nesta altura, os acérrimos fãs da série que visitam este blog e se deram ao trabalho de ler estas linhas, provavelmente, já me chamaram vários nomes. E até poderão ter alguma razão, na medida em que até eu acredito que as críticas que tenho feito à série talvez tenham sido demasiado fortes, mas (e há sempre um «mas») esta temporada de “Heroes” foi mesmo muito má. Se não tivesse sido tão má, nunca teria existido necessidade do seu criador, Tim Kring, endereçar, publicamente, um pedido de desculpas aos fãs. Quem se desculpa, é porque sente e sabe que fez algo de errado.

 

E muito de errado se fez ao longo de toda a temporada. Desde a inclusão de novos personagens em detrimento dos antigos. A viagem interminável de Maya e Alejandro. Todo aquele namoro sem sal entre a Claire e o West. A aborrecida viagem de Hiro ao passado, recheada de clichés enfadonhos. Os quadros proféticos que continuam a aparecer muito depois da morte do seu autor, não que não seja credível, mas apenas porque é mais do mesmo. Uma Nova Iorque vítima de catástrofe. Mais do mesmo. Mais do mesmo. E mais do mesmo. Ainda por cima, tudo feito a um ritmo demasiado lento.

 

Tal como Kring se apercebeu mais tarde, e está referido na entrevista que deu à “Entertainment Weekly”, eu não queria voltar a ver a primeira temporada de novo, mas sim uma temporada em os personagens estavam estabelecidos, os confrontos se começavam a intensificar e o mundo não continuava a ser salvo. Queria ser surpreendido. Queria ver super-heróis com poderes cada vez mais desenvolvidos e não novos heróis a descobrirem os seus poderes recentes. Queria ver vilões maus e não meninas mimadas que conseguem produzir electricidade com as suas mãos. Queria ver o Hiro morrer trespassado, ou decapitado, pela sua própria espada (ok, esta talvez seja de mais). Queria… Queria mais. Muito mais.

 

Média dos Episódios: 8.04/10

Avaliação Global: 6.00/10

Nota Final: 7.0 (7.02)/10

 

publicado por ZB às 18:10
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

Heroes: nova promo ao terceiro volume

 

Mais uma promoção ao terceiro volume de “Heroes” que, mesmo que a greve acabasse hoje, muito provavelmente não seria exibido antes da próxima temporada. Seja como for, é uma promo bastante promissora (cuidado com os SPOILERS).

 

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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

Heroes: promo de "Villains" aparece na net!

 

Apareceu na Internet uma pequena promoção ao terceiro volume de “Heroes”, que se intitulará “Villains”. Podem vê-la em baixo.

 

publicado por ZB às 10:07
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

Heroes – 2x11 – Powerless (NBC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

O segundo volume de “Heroes”, intitulado «Generations», chegou ao fim e a segunda temporada também pode ter chegado, tudo dependendo do resultado das negociações entre os guionistas norte-americanos e as grandes produtoras. E a verdade é que não vai deixar grandes saudades. Agora, há que olhar em frente e ambicionar que «Villans», o terceiro volume da série, seja uma verdadeira pedrada num charco que começava a tornar-se, cada vez mais, num autêntico pântano de más ideias e fraca capacidade de criação de histórias.

 

Gostei de “Powerless”. Personagens morrem (pelo menos aparentemente). Só é pena que não tenham sido outros (a.k.a Hiro) a morrer.

 

Como seria de esperar, a luta entre Hiro e Peter (se é que se lhe pode chamar isso) foi facilmente vencida pelo segundo. Peter é simplesmente o mais forte de todos os «heróis» devido à sua capacidade de absorção de poderes e Hiro nunca teria qualquer hipótese de vencer tal confronto. O que continuo sem perceber nesta série é a razão de terem dinheiro para gastar em efeitos especiais (Nova Iorque a explodir, pessoas a voar, etc.) e não terem para fazer uma boa cena de luta.

 

Passando à frente, Peter cai finalmente em si no que diz respeito a Adam, depois de ser convencido pelo irmão que aquele não era a melhor das companhias, e consegue evitar que o vírus se dissemine. Hiro dá uma ajuda e, ao mesmo tempo, leva a cabo a sua vingança, deixando Adam enterrado vivo no mesmo cemitério onde Kaito Nakamura foi sepultado. Mórbido. One down, two to go.

 

Fartos de terem de emendar os erros dos seus pais, Nathan, Matt e Peter decidem que a melhor forma de resolver os seus problemas será revelando ao mundo que eles têm capacidades especiais. Para isso, decidem organizar uma conferência de imprensa para expor todos os segredos que a “Companhia” quer manter desconhecidos do mundo. Logo que esta ideia foi mencionada pela primeira vez, ficou o sentimento de que algo iria impedir que tal acontecesse. E assim foi. Quando Nathan se preparava para revelar ao mundo que tinha características diferentes das outras pessoas, alguém na plateia o alveja várias vezes. E o mais surpreendente, é que, de seguida, é-nos mostrado que a sua própria mãe está envolvida nessa tentativa de assassinato. Mas, sinceramente, acho que Nathan não vai morrer. Apesar de ter sido menos preponderante durante este volume, é um personagem importante na medida em que serve de equilíbrio a Peter quando este se encontra algo “perdido”. Vimos isso no final do primeiro volume e voltámos a testemunhar a sua influência junto do irmão neste episódio, quando lhe fez abrir os olhos em relação a Adam. Seja como for… Two down, one to go.

 

Sylar continua a sua busca por uma forma de recuperar os seus poderes e a resposta está na cura que Suresh desenvolveu para o vírus Shanti. Fazendo-o refém, juntamente com Molly e Maya, que fica a conhecer o verdadeiro Sylar, deslocam-se ao antigo apartamento de Isaac Mendez, agora transformado no laboratório de Suresh. Ali, Maya, ajudada pela pequena Molly, descobre que o irmão está morto, enfrenta Sylar e este dá-lhe um tiro no peito. Parecia que esta seria a terceira fatalidade do episódio, mas tal não aconteceu. Certamente, muitos fãs ficaram extasiados com a possibilidade. Pessoalmente, estou contente que ela tenha sobrevivido. Gosto da personagem e, em especial, do seu poder. Apesar de achar que ela seria melhor aproveitada como vilã.

 

Enquanto isso, Claire continua a planear divulgar ao mundo a existência da “Companhia” e dos seus planos maquiavélicos (déjà vu!!!). Subitamente, HGR reaparece, numa cena com pouco dramatismo para o momento que é, e explica a Claire que se ela deixar a “Companhia” em paz, eles a deixarão viver a sua vida como uma pessoa normal (sim, pois…). A única contrapartida é que ele tem de voltar a trabalhar para eles.

 

Por fim, temos a história de Nikki, Micah e Monica. Depois de Monica ser raptada, Micah convence Nikki de que têm de ir salvá-la. Mesmo sem poderes, Nikki consegue resgatar a sobrinha mas às custas da própria vida. Este desfecho não é de estranhar. Desde o início do segundo volume que Nikki se dirigia para ele. As evidências estavam à vista de todos. A história da personagem só foi retomada ao terceiro episódio, foram introduzidas novas personagens com ligações afectivas a Micah (avó e primos) e, finalmente, a mais evidente, quando ela foi infectada pelo vírus Shanti. Mas em vez de lhe darem um final triste, sujeita à enfermidade, os produtores da série decidiram dar-lhe um final heróico. Pareceu-me bem. All down.

 

Agora resta esperar pelo terceiro volume, dedicado aos vilões. Apesar de achar o Sylar um bom vilão, espero que arranjem algo ainda mais assustador. O vilão de Molly era assustador até se saber quem era realmente, altura em que se tornou quase uma desilusão. O mesmo se pode dizer de Adam. No fundo o que faz falta é sangue! Quero sangue! Uma história de super-heróis quase sem sangue?! Vá lá, mostrem-nos alguma coisa de jeito.

 

Nota: 9.4/10 

 

 

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Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Heroes – 2x10 – Truth & Consequences (NBC)

 

Parece que Tim Kring andou a pedir desculpa aos fãs de “Heroes” pela fraca qualidade da segunda temporada. Sinceramente, não percebo a razão para tal. A primeira temporada foi melhor, mas não muito melhor. E não recebi nenhum pedido de desculpas nessa altura, porque haveria de querer um agora?

 

Eu gosto de “Heroes”. Mas não adoro, não acho que seja qualquer tipo de fenómeno e se amanhã fosse cancelada não iria ter grandes saudades. Acho uma série demasiado sobrevalorizada, com o seu hype gerado principalmente pelos geeks das BD’s, vício a que nunca sucumbi, e talvez a razão pelo qual nunca entrei em histerismos relativamente à série. Pior ainda, foi quando toda a gente, durante a temporada passada, decidiu elogiar “Heroes” desprestigiando “Lost”, apenas aquela que será a minha série favorita, de todos os tempos. Aí “Heroes” começou-me a despertar um certo ódio, que se dissipou quando, no final da temporada, o último episódio de “Heroes” foi um dos maiores flops do ano passado e o de “Lost” um dos mais bem conseguidos, senão mesmo o melhor do ano.

 

Agora, com o decorrer desta “maravilhosa” segunda temporada, parece que toda a gente finalmente se apercebeu que “Heroes” é uma série quase banal, que em dez episódios apenas consegue alcançar meia dúzia de bons momentos. Que tem diálogos vulgares. Que tem bons personagens, mas poucos actores capazes de as potenciar (Meu Deus, como é possível o Masi Oka ter sido nomeado para um Emmy!). Isto para não entrar na questão de que muitas das suas linhas de argumento pouco de original têm, já que são cópias descaradas de BD’s existentes. Como apenas sei isso através daquilo que leio e ouço dizer (pela razão que referi anteriormente) não me vou alongar sobre o assunto.

 

Mas deixemos tudo isso para trás, e passemos àquele que provavelmente será o penúltimo episódio desta temporada.   

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Depois do bom episódio da semana passada, “Truth & Consequences” representa um novo passo atrás.

 

Eis alguns dos momentos que destaco:

 

ü        Peter e Adam encontram a mulher misteriosa da fotografia de grupo da “Companhia” e descobrem onde está contido o mortal vírus que destruirá quase a totalidade da população mundial. Será que Peter ainda não se apercebeu que está a ser usado?

 

ü        Hiro volta ao passado e descobre que Adam quer libertar o vírus. Eu não viajo no tempo e já tinha percebido isso há tempos.

 

ü        Monica e Micah metem-se em encrencas a tentarem resgatar a medalha que D.L. recebeu quando era bombeiro e salvou uma miúda de um incêndio.

 

ü        Sylar mata Alejandro. Uma cena que podia ter sido tanto e acabou por não ser quase nada. Indiferença. Foi isso que senti ao vê-lo ser apunhalado. Sinceramente, pergunto: mas quem vai achar falta nele? Pelo que parece, nem a irmã.

 

ü        Suresh descobre a cura para o vírus. Prepara-se para ir ao encontro de Nikki, mas a sua atenção é desviada pela presença de Sylar na sua casa onde tem, de certa forma, Molly refém. Hummm…

 

ü        Claire ameaça Elle. Por momentos achei que iria ver uma grande catfight mas, mais uma vez, os autores da série preferem por super-heróis a fazerem ameaças do que a mostrarem verdadeiros confrontos entre super-heróis. Físicos. Onde haja sangue resultante do contacto com outros e não com objectos inanimados.

 

ü        E no final, um cliffhanger que o nosso íntimo nos diz convictamente que não levará a lado nenhum. A não ser que o Peter arreie uma bela duma tareia no Hiro, que já merece há muito tempo, ou o mate e nos dê finalmente algum descanso dos seus insuportáveis guinchos (vou acender uma vela a Nossa Senhora de Fátima).

 

Mesmo assim, este episódio foi melhor que alguns dos seus antecessores. Agora, resta esperar pela próxima semana, para saber que desenvolvimentos haverão. Supostamente, vão morrer mais duas ou três personagens. Parecem-me poucas. Acho que deveriam matar pelo menos metade.

 

Nota: 8.3/10

 

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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

Heroes – 2x9 – Cautionary Tales (NBC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

A pergunta que se coloca antes de qualquer episódio de “Heroes” por estes dias é se “é desta que a série volta a recuperar a mística que tinha ganhado durante a primeira temporada?”

 

Apesar de continuar a demonstrar algumas falhas, este será o episódio em que a segunda temporada da série muda de direcção, num sentido oposto à monotonia e ao enfadonho. Mas também, com apenas três episódios de sobra, e sem certezas se serão os últimos da temporada, é questão para dizer que já não era sem tempo!

 

“Cautionary Tales” foca-se no desenvolvimento do poder de Matt Parkman e na continuação da sua investigação sobre o grupo de pessoas que compõem a “Companhia”, na tentativa de Hiro em salvar o seu pai da morte e no confronto entre Claire, HGR e West contra Bob, Elle e o seu inesperado aliado, Mohinder.

 

Das três histórias focadas no episódio, a de Parkman foi a mais breve mas sem dúvida a mais misteriosa e interessante. Em casa, Parkman relembra as palavras do seu pai sobre os seus poderes mentais e descobre involuntariamente que consegue induzir qualquer pessoa a dizer ou fazer aquilo que ele quer através de telepatia. Com este novo desenvolvimento no seu poder consegue obter algumas respostas de Angela Petrelli sobre a “Companhia” e as pessoas que integram a fotografia colectiva que ele tem vindo a investigar nos últimos episódios, principalmente, uma mulher que ele não conseguia identificar.

 

O elo mais fraco do episódio, como tem sido habitual há bastante tempo, foi a história de Hiro. No decorrer do funeral do seu pai, que inexplicavelmente apenas é enterrado uma semana depois de morrer (talvez devido à investigação policial e ao transporte do corpo para o Japão), Hiro decide que não vai ficar sem fazer nada e vai utilizar os seus poderes para salvar o pai. Regressa ao momento fatídico do seu assassinato, mas não consegue convencer o pai a ser salvo pois este acredita que faz parte do seu destino morrer. Por entre mais uma viagem no tempo, numa tentativa de fazê-lo mudar de ideias, é Hiro que acaba convencido em deixar o destino seguir o seu curso, mas não antes de saber quem é o assassino do seu pai. Como já eu tinha previsto no primeiro episódio, e como já era dado a entender há alguns episódios atrás, o assassino de Kaito Nakamura é Adam (a.k.a. Takezo Kensei). O previsível desta linha argumentativa e os momentos de algum dramatismo forçado (e mal executado), como o foi a viagem ao dia do funeral da mãe de Hiro, retiraram alguns pontos a este episódio.

 

À semelhança do que aconteceu em “Company Man”, o décimo sétimo episódio da primeira temporada e aquele que será o melhor episódio da série até hoje, o único que verdadeiramente me prendeu ao sofá do princípio ao fim, os momentos mais tensos, de maior suspence e que mais “agarrado” me deixaram foram os que envolveram a família Bennet.

 

Bob, Elle e Mohinder chegam à Costa Verde, onde moram os Bennet, para recolherem o sangue de Claire. Elle e Mohinder partem ao encontro de HGR, com ordens para o matarem se necessário, enquanto Bob parte em busca de Claire. A enfrentar alguns problemas com Claire, HGR tenta encontrar West para que este a convença que ela tem de partir. Durante essa busca, acaba por se aperceber que Mohinder se prepara para o trair. Com a ajuda de West consegue detê-los e fazer Elle sua refém. Entretanto, Bob também raptou Claire e ambos decidem marcar encontro para uma troca. Daqui resultam vários momentos de grande emoção e interessantes reviravoltas que prefiro não contar para não estragar os acontecimentos a quem não viu e decidiu ler o texto de qualquer forma.

 

De tudo isto, a única coisa que não encaixa muito bem são as motivações que levam aos actos de Mohinder. Não se percebe muito bem de que lado está e porque razão acaba por fazer o que faz, principalmente, quando isso tem tão grande impacto no destino de uma das personagens.

 

No fundo, se este episódio tem desenvolvido mais a história de Parkman e deixado para trás a de Hiro, teria sido algo de memorável, mas assim não aconteceu. Esperemos que a descoberta de Hiro seja de alguma forma um catalisador para um «ultimate showdown» entre ele e o Adam (a.k.a. Takezo Kensei).

 

Nota: 9.2/10

 

 

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Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

Heroes – 2x8 – Four Months Ago (NBC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Agora que começo a escrever esta linhas, apercebo-me o quão pouco satisfatório foi o último episódio de “Heroes”. Desde que vi o episódio que fiquei numa espécie de, digamos purgatório sentimental, em que muito facilmente a opinião poderia tender para o lado positivo, como para o lado negativo. E após algum tempo a reflectir sobre o assunto, chego à conclusão que ainda não foi desta que a série conseguiu «sacudir» aquele sentimento de desilusão que despoletou em mim desde o início.

 

Logo à partida, o episódio perde pontos porque quebra o ritmo que a série começara a alcançar no anterior, forçando uma paragem na história para nos contar o que aconteceu há quatro meses. Por outro lado, eu queria saber o que aconteceu naquela altura, mas queria sabê-lo no primeiro episódio da segunda temporada e não ao oitavo. Mas, enfim… Actualmente os criadores de televisão decidiram que o público fica mais “dependente” de uma série se não souber tudo e fazem estas constantes jigajogas temporais.

 

Voltemos então ao passado, mais precisamente há quatro meses, quando Nathan pegou em Peter, levantou voo e levou-o para bem longe de Nova Iorque para que, quando ele explodisse, a cidade não sofresse qualquer consequência.

 

Ficamos a saber que Nathan sofreu ferimentos graves resultantes da explosão, com queimaduras de grau bastante elevado em grande parte do seu corpo. Que Peter se entregou às mãos da “Companhia” para que eles o curassem, onde acabou por conhecer Adam (a.k.a. Takezo Kensei). Que D.L. sobreviveu aos ferimentos que lhe tinham sido infligidos por Linderman. Que Alejandro foi “encornado” logo no dia do casamento. E que a Elle tem 24 anos, mas não passa de uma pita irritante que dispõe de um poder bem porreiro.

 

Começando pelo fim, é inacreditável o desaproveitamento que os produtores da série estão a fazer de uma actriz talentosa como Kristin Bell. Neste episódio conhecemos melhor a personagem que interpreta, Elle, e ficamos a desejar não a ver nunca mais! É verdade que tem um poder bastante interessante, mas quando quero ver pessoas de vinte e tal anos a comportarem-se como putos de doze, vejo a “Anatomia de Grey”.

 

Depois temos Maya e Alejandro. Ficamos a saber que, há quatro meses, ela matava pessoas involuntariamente com o seu poder e que ele aprendeu que poderia controlá-la. Mas… Espera aí um pouco… Nós não sabíamos já isso?! Tudo bem que foi engraçado ver o Alejandro a ser “encornado” pela sua noiva no dia do casamento e a Maya a matar todos os convidados da festa (dos quais não deveria haver ninguém da sua família, já que os dois irmãos não pareceram mais abalados com o sucedido do que o normal), mas de resto, foi complemente desnecessário o regresso ao passado destes personagens.

 

Quanto à história de Nikki, D.L. e Micah (ainda não comecei a escrever e já me estou a rir), D.L. sobrevive aos acontecimentos do final da primeira temporada, onde foi alvejado por Linderman, para morrer às mãos de um labrego qualquer numa discoteca, após levar um tiro. (Silêncio). (Risos). (Pensamentos sobre o que se pode escrever sobre esta linha de argumento bastante estúpida). (Risos). (Silêncio).

 

O que acaba por ser o mais interessante do episódio, como seria de esperar, é a história que envolve o estranho desaparecimento de Peter e a sua consequente perda de memória. Contudo, talvez esperasse um pouco mais. Como referi anteriormente, Peter, após ser convencido por Bob que pode ser curado, entrega-se às mãos da “Companhia”. Ele julga estar numa espécie de clínica mas Adam, que se encontra numa divisão ao lado da sua, fá-lo ver que ele afinal está numa prisão. A ingenuidade da personagem é algo bastante estranho. Primeiro, não questiona os motivos de Bob e Elle quando estes o levam à força. E depois, quando é preciso o Adam dizer-lhe que ele está numa prisão e não numa espécie de clínica. À parte disso, o resto foi bastante interessante, com a presença do Haitiano e com Adam a convencer Peter a fugir, dizendo-lhe que o seu sangue curaria Nathan. Aqui, as pontas que estavam soltam até ao momento foram bastante bem atadas. É pena que o resto não tenha sido tão bom.

 

Nota: 7.7/10

 

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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

Heroes – 2x7 – Out of Time (NBC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios.

 

Talvez ninguém se lembre, mas o pequeno excerto que se segue é parte da crítica que fiz ao primeiro episódio, “Four Months Later”, desta segunda temporada de “Heroes”.

 

Mas, talvez o mais estranho disso tudo é este ser o símbolo da bandeira e espada de Takezo Kensei. Será Takezo Kensei um “herói”? Será que a viagem de Hiro ao passado serve de alguma forma para nos dar o historial de uma personagem de extrema importância para o cômputo geral da série? Mais… Será Takezo Kensei o herói que Molly teme tanto? E ainda mais… Será Takezo Kensei que anda a exercer vingança aos membros da Companhia?

 

Quando temos razão, é algo engraçado, não é?

 

No sétimo episódio conhecemos finalmente quem anda a exercer vingança sobre os membros da “Companhia”. O seu nome é Adam e não é nada mais que o próprio Takezo Kensei. Agora, pergunto: era mesmo necessário ter feito todo aquele arco do Hiro para apresentar uma personagem? E a traição de Hiro, que roubou o coração de Yaeko, seria suficiente para a mudança na personalidade de Kensei? Certamente, no futuro teremos um novo confronto entre os dois, mas pelo menos, a aventura de Hiro no Japão feudal terminou definitivamente. É caso para gritar bem alto: ALELUIA!

 

Ainda em relação ao excerto, errei na previsão de quem era o papão de Molly, identidade do qual até já tínhamos descoberto no episódio anterior. O papão de Molly é o pai de Matt Parkman, que anda a matar os elementos da “Companhia” a mando de Adam (ou, se preferirem, Kensei). Surpreendentemente, quatro dos nossos conhecidos “heróis”, Matt, Nathan, Nikki e Suresh, unem as suas forças para impedir o assassinato de Bob. Foi daqui que resultaram alguns dos melhores momentos do episódio, principalmente, a superiorização de Matt ao seu pai, a descoberta de Nathan que Peter está vivo, a libertação de Molly e a condenação à morte de Nikki, que se viu infectada com o vírus que Suresh pensava ser o antídoto, mas que sofreu uma mutação e pode dizimar, não só aqueles com poderes como também os humanos «normais».

 

É exactamente para a altura após a dizimação de quase a totalidade da população da Terra, que Peter viajou no futuro. Ele e Caitlin são capturados por homens em fatos próprios para controlar a contaminação e são levados para o sítio onde se encontram alguns sobreviventes, entre os quais figura Angela Petrelli. Ao ver a mãe, Peter começa a recuperar a memória. Ela conta-lhe que o irmão morreu durante a epidemia e que ele tem de voltar ao passado para impedir que tal aconteça. Numa cena posterior, Peter regressa involuntariamente ao passado deixando Caitlin presa no futuro.

 

Finalmente, temos West a descobrir que foi o pai de Claire o homem que o raptou em tempos. Este arco continua a ser um dos mais entediantes. Exemplo disso foi a birra que ela faz quando pai decide que está na altura de mudarem de residência novamente. Contudo, pode ser que as coisas se alterem já que ficámos também a saber que ela vai ter um importante papel na salvação da humanidade devido ao seu poder de regeneração.

 

No geral, o episódio foi bastante melhor do que os anteriores, com um ritmo mais elevado, mas por vezes o desenrolar da história pareceu um pouco atabalhoado. Mesmo assim, nota positiva, com a esperança de que se mantenha pelos próximos episódios.

 

Nota: 8.2/10  

 

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Sábado, 3 de Novembro de 2007

Final de temporada de “Heroes” pode chegar já em Dezembro

 

Como já tinha sido referido na notícia sobre a greve, “Heroes” tinha alguma vantagem em relação às restantes séries que estão no ar neste momento, porque os produtores decidiram dividir a segunda temporada em dois volumes, sendo que o primeiro estava previsto terminar a 3 de Dezembro e o segundo começaria pouco tempo depois. Agora, o Michael Ausiello, da TV Guide, diz que os produtores da série decidiram filmar um final alternativo para o episódio de 3 de Dezembro, que servirá como um final de temporada caso a greve se prolongue. Se a greve terminar em breve, voltarão aos planos iniciais e continuarão com o previsto segundo volume de episódios.

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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

“Heroes: Origins” com fim à vista mesmo antes de começar?

 

Receio da greve dos argumentistas pode ter estado na decisão que a NBC tomou ontem de retirar da grelha de midseason, “Heroes: Origins”, o spinoff de “Heroes” que tinha início marcado para Abril.

 

Segundo o Hollywood Reporter, a NBC não teceu qualquer comentário oficial sobre o cancelamento da série, mas os produtores da mesma ainda não tiveram qualquer indicação de que lugar na grelha a série iria ocupar.

 

“Heroes: Origins” deve ser o primeira de vários projectos a ser repensados como resultado da iminente greve dos argumentistas, movimento que pode vir a afectar severamente as estações de televisão norte-americanas. Como forma de prevenção, os canais começam a planear incluir novos reality shows no lugar das séries, tendo em vista que uma situação semelhante, ocorrida em 1988, lançou em primetime programas de sucesso da televisão americana como “Cops” e “America’s Most Wanted”.

 

Contudo, o possível cancelamento de “Heroes: Origins” pode também estar relacionado com a quebra de audiências de “Heroes” e o consequente desinteresse do director de criatividade da NBC, Ben Silverman, em expandir o universo da série.   

 

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Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007

Heroes – 2x6 - The Line (NBC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios.

 

Três. Foram apenas três as cenas de interesse que o sexto episódio, “The Line”, nos apresentou. Sinceramente, espero que este “The Line” signifique que os produtores, argumentistas, actores, equipa de rodagem e todos os envolvidos na série, tenham traçado uma linha que separa a mediocridade dos episódios apresentados até agora nesta segunda temporada e que, daqui para a frente, nos comecem a dar algo que tenha, minimamente, alguma qualidade. Pelo menos, Tim Kring já apregoa aos quatro ventos que entre o sétimo e o décimo primeiro episódios estão incluídos os melhores episódios de “Heroes” até hoje. Não sei porquê, mas acho que ele vai dar um tiro no próprio pé. Na próxima semana veremos.

 

Quanto ao episódio, e às cenas referidas, houveram de facto três cenas que destacaria como bastante interessantes e uma outra que marca o resto da temporada em termos de história, mas que nos deixa um enorme sentimento de déjà vu.

 

A minha cena favorita foi protagonizada por Sylar e Alejandro. Depois de passarem a fronteira com o auxílio do mortal poder de Maya, que incentivada por Gabriel (Sylar) age contra a vontade de Alejandro e mata aqueles que lhe impediam a entrada nos EUA, os dois homens entram num confronto físico até Maya os separar. Os irmãos têm um pequeno desaguisado, mas depressa o resolvem. Maya sai de cena, e Sylar, num momento verdadeiramente arrepiante, olha directamente nos olhos de Alejandro e, sabendo que ele não percebe inglês, diz-lhe que assim que recuperar os seus poderes vai matá-los ou, mesmo que não os recupere, vai utilizar Maya como o seu novo brinquedo. Foi tão emocionante ver o maior vilão da série que nós conhecemos a comportar-se exactamente como tal, e protagonizado de forma tão fantástica, que dá vontade de ver aquele momento vezes sem conta.

 

As outras cenas que mencionei são quando HGR mata a “sangue frio” o seu antigo mentor, abdicando de um regresso à “Companhia” e de uma estabilidade familiar que tinha no passado, e quando uma renovada Nikki (parece mesmo que sofreu qualquer tipo de lavagem cerebral) aparece para trabalhar ao lado de Suresh, ou melhor dizendo, para “incentivar” Suresh a desenvolver o seu trabalho.

 

O resto do episódio, de tão mau que foi, nem merece o meu esforço com qualquer linha de texto. Adiante até à cena final.

 

Os momentos finais do episódio dão-nos uma nova história global para o resto da temporada. Peter e Caitlin, que chegaram a Montreal no início do episódio, teleportam-se acidentalmente para Nova Iorque num futuro próximo. As ruas da cidade norte-americana estão completamente desertas e existem vários folhetos espalhados pelo chão com instruções para uma evacuação realizada em 14 de Junho de 2008. A cena, notoriamente feita em CGI, é interessante do ponto de vista que o resto da temporada irá desenvolver-se de acordo com uma história que envolverá todos os personagens. Contudo, não deixa de ser algo que já tínhamos visto na temporada passada. E, ainda por cima, tem Nova Iorque novamente como pano de fundo (acho que aquela cidade é mesmo amaldiçoada). Mas, mais uma vez, esperemos para ver como será desenvolvida esta linha argumentativa e torçamos para que seja bem explorada, pois pode vir a ser a salvação da temporada.

 

Nota: 6.8/10

 

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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Heroes – 2x4 – The Kindness of Strangers (NBC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios.

 

O episódio desta semana centra-se em Parkman, que continua a investigar Angela Petrelli e o seu envolvimento no homicídio de Kaito Nakamura, Nathan Petrelli, que decide reorganizar a sua vida, Claire, que começa a namorar às escondidas com West, Maya e Alejandro, que continuam a sua viagem para Nova Iorque, agora acompanhados por Sylar, e conhecemos um novo “herói”, Monica Dawson, prima de Micah, que consegue absorver conhecimento, apenas visualizando-o, e pô-lo em prática de imediato. Peter, Nikki e Hiro não aparecem neste episódio.

 

Em primeiro lugar, é com agrado que vejo o regresso de Nathan Petrelli, que andava meio perdido na série, e acaba mesmo por ter um papel fundamental ao revelar a foto de grupo tirada entre vários membros da agregação que conhecemos como “A Companhia”, e que se têm revelado como sendo os progenitores dos nossos conhecidos “heróis”. Desta feita, é Matt Parkman que reconhece o seu pai (que parece-me ser o mesmo actor que interpretou o pai da Nikki) e decide que tem de encontrá-lo. Para isso, Parkman pede ajuda a Molly, a pequena miúda que alberga em sua casa e que tem o poder de localizar qualquer pessoa onde quer que elas estejam. Esta é a parte interessante do episódio. E o mistério adensa-se mais quando, por um lado, Angela Petrelli prefere ser presa por um crime que não cometeu, do que ter a policia a investigar mais o caso e, por outro, quando a pequena Molly localiza o pai de Parkman e diz que ele é o homem que tem assombrado os seus sonhos.

 

Mas o resto é pior. A relação de Claire com West é extremamente aborrecida, principalmente, pela insistência na utilização de todos os clichets conhecidos e ainda mais alguns. Não se percebe a necessidade de dar importância a uma nova personagem, Monica Dawson, quando outras personagens pouco têm aparecido esta temporada. E até o súbito encontro de Sylar com os irmãos Herrera acaba por dar a sensação de que ambos não serão mais do que as próximas vítimas do vilão. Pelo menos, aposto que um deles não sobreviverá, ou ainda ninguém reparou que a Dania Ramirez (Maya) integrou o elenco enquanto Shalim Ortiz (Alejandro) tem apenas participação como recorrente?

 

Nota: 7.1/10

 

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publicado por ZB às 15:34
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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

Heroes – 2x3 – Kindred (NBC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios.

 

Se no ano passado já achava que esta série era extremamente sobrevalorizada, este início de temporada prova isso mais do que nunca. Mal escrita, com demasiadas plotlines que parece que não vão a lado nenhum e outras que surgem do nada ou não fazem qualquer sentido, personagens pouco interessantes e aborrecidos, más interpretações…

 

Primeiro ponto: nem morto o Isaac deixa de dar a sua preciosa contribuição à história, agora com oito novas pinturas, que se encontram nas mãos da “Companhia”, onde o futuro de algumas personagens é posto em causa. Não vimos já isto na época passada!?

 

Segundo ponto: Porque raio tornaram o Hiro numa das personagens mais chatas da televisão? Todo o arco passado no Japão do século XVII já enjoa e o facto de ele ter decidido ficar por estar apaixonado pela Yaeko é um dos maiores clichets que existem. Outra coisa que continuo sem perceber é se os “heróis” têm poderes desde que nascem ou se os mesmos só se manifestam em determinados momentos da sua vida. Como é que uma personagem que vive no século XVII onde se envolve em confrontos quase diariamente e que atravessou meio mundo, desconhece que tem um poder de regeneração!?

 

Terceiro ponto: O Ando afinal também é um “herói”! A forma como ele foi ao encontro da faca em que o Hiro tinha deixado as mensagens foi sem dúvida sobrenatural.

 

Quarto ponto: O Peter, cujo arco até é o mais interessante devido às demonstrações do seu poder, decide ajudar os irlandeses a assaltar o banco para reaver a misteriosa caixa na qual estão informações sobre a sua verdadeira identidade, mas, quando finalmente tem a caixa em seu poder, decide que não quer fazê-lo. Sem comentários. Além disso, os produtores quiseram colocar alguma veracidade aos factos, colocando a referência ao jogo entre o Celtic e o Milan e meteram os pés pelas mãos, quando deram a entender que o Celtic tinha perdido…

 

Quinto ponto: Tudo bem que a Maya e o irmão estão a fazer um longo percurso, desde as Honduras se não estou em erro, em direcção aos EUA, mas ao fim de três episódios parece que ainda estão no mesmo sítio. Pelo menos, em termos de história.

 

Sexto ponto: Ausentes dos dois primeiros episódios, a Nikki e o Micah apareceram finalmente e, surpresa das surpresas, o D.L. também, mas agora é uma lápide de cemitério. Deve ter morrido durante os dois episódios anteriores e nós nem sequer demos por isso… Pelo menos, no “Prison Break” ainda colocaram em cena uma dupla antes de matarem uma personagem.

 

Sétimo ponto: Os diálogos entre o Suresh e o Matt pareciam escritos para um casal. Será que temos os primeiros “heróis” gays!?

 

Oitavo ponto (também conhecido como o bom ponto): Sylar regressa! E melhor do que nunca. Apesar de ter perdido temporariamente os seus poderes, continua aterrador. A Claire descobre finalmente que o West também tem poderes numa cena a lembrar o “Super-Homem”.

 

Nota: 6.7/10

 

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publicado por ZB às 11:25
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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

Heroes – 2x2 – Lizards (NBC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios.

 

Peter, que perdeu a memória, é cativo de uns mafiosos irlandeses. Claire questiona se os seus poderes de regeneração estarão relacionados com a capacidade de regeneração dos lagartos. Bennet e Suresh continuam a sua conspiração contra “A Companhia”, arranjando um novo aliado. Além disso, parece que existem sete quadros com profecias de Isaac que quase ninguém conhece, estando a morte de Kaito Nakamura representada num deles, e os quais Bennet e Suresh estão determinados a encontrar. Conhecemos um pouco melhor dos poderes de Maya e do seu irmão. Hiro continua a tentar tornar Takezo Kensei no herói de quem ele sempre ouvira falar e acaba por descobrir que ele também tem um poder sobrenatural. Angela Petrelli, interrogada dobre a morte de Kaito, é atacada por um estranho ser invisível.

  

Lendo o parágrafo anterior, onde resumo muito rapidamente o que se passou neste episódio, parece que o mesmo terá sido fenomenal. Mas não foi. Longe disso. Foi um episódio mediano, semelhante a muitos outros desta série que, para mim, é a uma das mais sobrevalorizada do último ano (a outra é Ugly Betty).

 

Misteriosamente, ou saindo mesmo do nada, parece que o Bennet tinha um quadro do Isaac onde estava ilustrada a morte de Kaito Nakamura e agora sabemos que existem mais seis telas em lugar desconhecido que ele e Suresh pretendem roubar para combater “A Companhia”. Será que todas as séries têm de ter uma misteriosa organização que está por detrás de tudo o que acontece de mal e se chama “A Companhia”!? Ou será que “A Companhia” de “Heroes” é a mesma de “Prison Break”!? (para quem não percebeu, estou a ser irónico). Adiante…

 

Ainda em relação a estes dois personagens, Suresh é enviado pela “Companhia”, que ele infiltrou, ao Haiti para aplicar a cura ao vírus que infecta os “heróis” num deles, que descobrimos ser o Haitiano, antigo companheiro de Bennet. Esta parte é algo confusa porque no início o Suresh é enviado ao Haiti sem saber quem é que está infectado. No final, vimo-lo a falar ao telefone com o Bennet como se os dois tivessem planeado aquela viagem e tudo tivesse sido uma manobra de diversão para que o Haitiano escapasse à “Companhia”. No mínimo, estranho.

 

Entretanto, Claire, que supostamente não deveria dar nas vistas, fica muito eufórica quando, durante uma aula de biologia, descobre que o seu poder de regeneração pode estar relacionado com a capacidade de regeneração dos lagartos. Dado que o conceito geral de “Heroes” é a evolução da espécie, não é de estranhar que esse processo evolucionário surja interligado com outras espécies animais. E claro que o interesse abrupto da Claire levantou suspeita entre os seus colegas. Ainda alguém achava que, tanto ela como o seu pai, iriam ficar sem ser descobertos durante muito tempo!?

 

Na Irlanda, Peter, amnésico, é feito refém por um grupo de ladrões irlandeses. Quando ele se solta e se prepara para fugir, acaba por ficar e salvar a irmã de um desses homens, que estava a ser atacada por dois outros que trabalham para alguém que os primeiros temem. Receando represálias, o irmão da rapariga chantageia Peter a trabalhar para eles, utilizando como moeda de troca uma caixa que diz conter informações sobre quem ele é.

 

Ainda a caminho dos EUA, estão os irmãos gémeos Maya e Alejandro Herrera. Ficamos a conhecer um pouco mais sobre estes dois personagens, nomeadamente, que o mortal poder de Maya pode ser controlado por Alejandro.

 

Chamada para interrogatório em relação à morte de Kaito Nakamura, Angela Petrelli é atacada por um ser invisível, que lhe deixa uma fotografia sua marcada com o símbolo de Takezo Kensei, que agora sabemos significar “enviado de Deus”, à semelhança do que sucedeu com Kaito. Bem, se este assassino não for o Sylar, então tem de ser alguém que consiga absorver os poderes de outros ou tenha uma combinação de poderes inata. Pelo menos, sabemos que é alguém que tem dois poderes distintos: invisibilidade e regeneração ou capacidade para voar. Ou então, não é apenas um, mas sim vários assassinos distintos mas com o mesmo objectivo (tal como acontecia, por exemplo, no filme “Scream”).

 

Por fim, parece que a minha teoria em relação ao Takezo Kensei começa a ter ainda mais sentido depois de se ter sido revelado o seu poder de regeneração. A ver vamos.

 

Ausentes desta segunda temporada de forma inexplicável, continuam a Nikki, o D.L. e o Micah.

 

Nota: 8.0/10

 

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Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

Heroes – 2x1 – Four Months Later (NBC)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios.

 

Quatro meses depois dos eventos do episódio final da primeira temporada, encontramos quase todos os heróis seguindo com as suas vidas, uns tentando levá-las do modo mais normal possível, outros nem tanto...

 

Mohinder Suresh percorre o mundo dando palestras sobre a existência de pessoas com poderes sobrenaturais e do vírus que os pode destruir. Matt Parkman, que está a divorciar-se, ficou encarregue da pequena Molly. Claire Bennett e HGR, o seu pai, tentam restabelecer a sua vida na Califórnia. Ela tentando não dar nas vistas na sua nova escola e ele tentando passar despercebido no seu novo emprego que, ironicamente, é num centro de cópias. Nathan Petrelli está devastado por ter causado a morte do seu irmão e não deixa de culpar a mãe pelo sucedido. Ando e Kaito Nakamura procuram encontrar Hiro, que continua desaparecido. Conhecemos ainda uma nova “heroína”, Maya Herrera (Dania Ramirez), que tenta chegar aos E.U.A. com o seu irmão, em busca de solução para o seu poder sombrio. Infelizmente, D.L., Nikki, Micah, e Sylar, cujo regresso é certo dado que o actor passou a fazer parte do elenco regular da série, não aparecem neste episódio.

 

De todos os personagens, o único cuja história não avança quatro meses é Hiro. Encontramo-lo no Japão do século XVII, tal como o deixámos no final da temporada passada, para descobrir que o seu herói de infância, o famigerado Takezo Kensei (David Anders), não passa de uma fraude. Não só não é japonês (é britânico), como todas as histórias que foram por ele imortalizadas, são totalmente distorcidas daquilo que é a realidade. Destaque para uma cena bastante engraçada e que, como eu, certamente muitos fãs da série ansiavam há muito: Hiro a levar um soco na cara quando está a fazer um dos seus desesperados apelos. Mas quem é tem paciência para a histeria desta personagem!?

 

Contudo, de todas as storylines, a mais interessante, e a que provavelmente será um importante arc desta temporada, é a que envolve os progenitores de alguns dos “heróis”, os também membros da “Companhia”, Kaito Nakamura e Angela Petrelli. Quando estes recebem um pedaço de uma fotografia sua rasgada com um símbolo desenhado na sua face, ambos ficam bastante receosos, levando mesmo Kaito a dizer que morrerá nas próximas 24 horas. Mais tarde, no telhado do antigo apartamento de Isaac, enquanto espera pelo regresso de Ando, uma figura encarapuçada que ele parece reconhecer, empurra-o do telhado, matando-o. Mas quem será essa personagem, que parece ter o mesmo poder de regeneração de Claire? E qual o significado do símbolo que surge nas fotos? A verdade é que esse símbolo, conhecido de forma não oficial como “the helix”, não é estranho à série, tendo aparecido em vários elementos noutros episódios. Neste, além de aparecer pintado sobre as fotos de Kaito e Angela, aparece ainda em desenhos da pequena Molly, que os tem feito após sonhar recorrentemente com alguém que ela teme profundamente, e ainda num colar ao pescoço de um dos "heróis" no final do episódio. Mas, talvez o mais estranho disso tudo é este ser o símbolo da bandeira e espada de Takezo Kensei. Será Takezo Kensei um “herói”? Será que a viagem de Hiro ao passado serve de alguma forma para nos dar o historial de uma personagem de extrema importância para o cômputo geral da série? Mais… Será Takezo Kensei o herói que Molly teme tanto? E ainda mais… Será Takezo Kensei que anda a exercer vingança aos membros da Companhia?

 

Nota: 9.0/10

 

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publicado por ZB às 15:53
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Sábado, 22 de Setembro de 2007

Michael Dougherty e Eli Roth vão escrever e realizar um episódio de "Heroes: Origins"

 

Segundo o “The Hollywood Reporter”, um dos argumentistas do “Superman Returns”, Michael Dougherty, e o realizador/ argumentista de “Hostel”, Eli Roth, foram contratados para escrever um episódio do spinoff de “Heroes”, “Heroes: Origins”. Além disso, Roth irá também realizar o episódio.

 

Ambos aceitaram o trabalho porque são fãs da série e juntam-se assim a Kevin Smith que também já tinha concordado em escrever e realizar um episódio dessa mesma série.

 

“Heroes: Origins” está prevista ir para o ar no final de Abril, durante o hiatos da mid-season da segunda temporada de Heroes. Em cada episódio deste spinoff, num total previsto de seis, será apresentado um novo personagem, um novo herói, e o público votará no seu favorito, levando o vencedor a integrar o elenco da série original.

 

publicado por ZB às 12:55
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