Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

FOX anuncia datas dos regressos e estreias da próxima temporada

 

A FOX anunciou hoje as datas de regresso das suas séries e as datas de estreia das novas. Aparentemente, algumas das séries que estavam previstas para o final de Agosto foram adiadas para o início de Setembro, como são os casos de "Prison Break" e "Fringe". Além disso, relembro que “24” e “Dollhouse” só têm início em Janeiro de 2009.

 

Sept. 1, 8pm: Prison Break (2 hours - moves to 9pm on Sept. 8).

Sept. 3, 8pm: Bones (2 hours - moves to 8pm on Sept. 10)

Sept. 4, 8pm: The Moment of Truth (2 hours)

Sept. 5, 8pm: Are You Smarter Than A Fifth Grader? (2 hours)

Sept. 6, 8pm: Cops
Sept. 6, 9pm: America's Most Wanted

Sept. 8, 8pm: The Sarah Connor Chronicles

Sept. 9, 8pm: Fringe (2 hours - moves to 9pm Sept. 16)

Sept. 10, 9pm: 'Til Death
Sept. 10, 9:30pm: Do Not Disturb

Sept. 11, 9pm: Kitchen Nightmares

Sept. 12, 9pm: Don't Forget The Lyrics!

Sept. 13, 11pm: Mad TV
Sept. 13, midnight: Talk Show with Spike Feresten

Sept. 16, 8pm: House

Sept. 28, 8pm: The Simpsons
Sept. 28, 8:30pm: King of the Hill
Sept. 28, 9pm: Family Guy
Sept. 28, 9:30pm: American Dad

 

publicado por ZB às 22:08
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Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Clips de "Dollhouse", "Fringe", "Eleventh Hour" e "Life on Mars"

Aqui ficam quarto clips de algumas das séries mais aguardadas da próxima temporada.

Ordem: Dollhouse (FOX); Fringe (FOX); Eleventh Hour (CBS); Life on Mars (ABC)

 

 

 

 

 

publicado por ZB às 09:37
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Grelha 2008-09: FOX

 

E hoje chegou a vez da FOX apresentar a sua grelha para a próxima temporada, que é a seguinte:

 

Séries Renovadas: “The Moment of Truth”, “So You Think You Can Dance”, “The Simpsons”, “Family Guy”, “American Dad”, “American Idol”, “America's Most Wanted”, “Are You Smarter Than a 5th Grader?”, “Bones”, “Cops”, “Don't Forget the Lyrics!”, “Hell's Kitchen”, “House”, “King of the Hill”, “Kitchen Nightmares”, “MADtv”, “The Moment of Truth”, “Prison Break”, “Talkshow with Spike Feresten”, “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” e “'Til Death”.

 

Séries Canceladas: “Back To You”, “Canterbury's Law”, “K-Ville”, “Nashville”, “New Amsterdam”, “Next Great American Band”, “Return of Jezebel James” e “Unhitched”.


Séries Novas: “The Cleveland Show” (Primavera), “Dollhouse” (Midseason), “Fringe”, “Do Not Disturb” (previamente intitulada “The Inn”), “Sit Down, Shut Up” (Primavera) e “Secret Millionaire” (Midseason).

 

[Drama] Fringe: Quando um voo internacional aterra no aeroporto de Bóston e os passageiros e a tripulação morreram misteriosamente, a Agente Especial do FBI, Olívia Dunham (a estreante Anna Torv) é chamada para investigar o caso. Depois do seu parceiro, John Scott (Mark Valley, "Boston Legal"), quase morrer durante a investigação, uma desesperada Olívia procura por alguém que a ajude, o que a conduz a Walter Bishop (John Noble, "Lord of the Rings"), o Einstein da nossa geração. Só há um problema: ele tem estado internado há 20 anos e a única forma de chegar a ele será através do filho dele, que se tem mantido afastado, Peter (Joshua Jackson, "Dawson's Creek"). Quando a investigação de Olívia a conduz à manipulativa executiva Nina Sharp (Blair Brown, "Altered States"), o improvável trio, juntamente com os agentes Phillip Broyles (Lance Reddick, "The Wire"), Charlie Francis (Kirk Acevedo, "Oz") e Astrid Farnsworth (Jasika Nicole, "Law & Order: Criminal Intent"), vão descobrir que aquilo que aconteceu com o voo 627 é apenas uma pequena peça de uma maior e mais chocante verdade. J.J. Abrams, Roberto Orci, Alex Kurtzman, Bryan Burk, Jeff Pinkner e Alex Graves (piloto) são os produtores executivos.

 

[Drama] Dollhouse: Echo (Eliza Dushku, "Buffy the Vampire Slayer") é uma “Active”, um membro de um altamente secreto e ilegal grupo cujos membros tiveram as suas personalidades limpas para que possam receber no seu cérebro outras personalidades. Confinados na “Dollhouse”, uma instituição secreta, Echo e os outros “Actives”, incluindo Sierra (Dichen Lachman, "Neighbours") e Victor (Enver Gjokaj, "The Unit") levam a cabo missões entregues por Adele (Olivia Williams, "X-Men: The Last Stand," "Rushmore"), uma das lideres da “Dollhouse”. As missões são em beneficio dos ricos e poderosos e requerem que os “Actives” se emirjam em todo o tipo de cenários, sejam românticos, criminais, perigosos, cómicos ou até boas acções. Depois de completada a missão, Echo, sempre debaixo de olho do seu handler Boyd (Harry Lennix, "Commander in Chief," 24), regressa a “Dollhouse” onde os seus pensamentos, sentimentos e experiências são apagados por Topher (Fran Kranz, "Welcome to the Captain"), um génio programador. Echo entra no próximo cenário sem qualquer lembrança do anterior. Ou que será que não? À medida que a série avança, o Agente do FBI Paul Smith (Tahmoh Penikett, "Battlestar Galactica") vai juntando peças que o levam à “Dollhouse”, enquanto Echo deixa de esquecer e começa a relembrar-se do seu passado. Joss Whedon, Chris Coelen, Greg Goldman e Bruce Toms são os produtores executivos.

 

[Comédia] Do Not Disturb (título ainda incerto): «The Inn» é um dos «10 Melhores Sítios Para Ficar» de Nova Iorque. No entanto, nos bastidores, as coisas não são tão finas como aparentam. Jerry O'Connell ("Crossing Jordan"), Niecy Nash ("Reno 911!"), Molly Stanton ("Twins"), Jesse Tyler Ferguson ("The Class"), Brando Eaton ("Zoey 101") e Jolene Purdy ("Donnie Darko") constituem o elenco. Abraham Higginbotham, Howard Owens, Carolyn Bernstein, Paul Young, Peter Principato e Brian Dobbins são os produtores executivos.

 

[Animação] The Cleveland Show (título ainda incerto): Spin-off de “Family Guy” centrado na personagem Cleveland. Seth MacFarlane, Rich Appel e Mike Henry são os produtores executivos.

 

[Animação] Sit Down, Shut Up (título ainda incerto): Esta comédia de animação foca-se na vida de oito membros do staff de uma escola numa pequena cidade pesqueira do nordeste norte-americano que nunca perdem de perspectiva que as crianças vêm sempre em segundo. Mitchell Hurwitz ("Arrested Development"), Eric Tannenbaum, Kim Tannenbaum ("Two and a Half Men"), Bill Oakley e Josh Weinstein são os produtores executivos.

 

publicado por ZB às 19:56
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Telefilme de "24" será exibido a 23 de Novembro

 

O filme que serve de prequela à sétima temporada de “24” será exibido pela FOX a 23 de Novembro, um Domingo. O “Dia 7” arranca em Janeiro de 2009 como já estava previsto.

 

Filmado na África do Sul, encontramos Jack Bauer a combater uma crise internacional, enquanto nos EUA a nação se prepara para um novo presidente. Temporalmente, a acção da prequela será passada alguns meses antes dos acontecimentos do “Dia 7” e vai estabelecer o que se passará durante a sétima temporada.

 

“Estamos excitados com a prequela porque, além de explorar o estado de espírito muito emocional em que Jack Bauer se encontra, continua a ter a emoção e o suspense a que os fãs de “24” estão habituados”, afirmou o produtor executivo Howard Gordon. “Filmar na África do Sul mostra o empenho de todos os envolvidos na série em fazer desta temporada algo de memorável para os fãs”, acrescentou.

 

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publicado por ZB às 15:31
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

House – 4x15 – House’s Head [1] (FOX)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio. 

 

Esqueçam o “Frozen”. Esqueçam os outros episódios desta temporada de “House” a que dei mais de nove valores. Esqueçam por completo aquele 9.7 que dei ao terceiro episódio desta quarta temporada. E porque o devem fazer? Porque ao lado deste “House’s Head”, todos os outros episódios não são praticamente nada! Esperem… Eu falei em temporada!? É que queria dizer série. Em quatro temporadas de “House”, só o vigésimo primeiro episódio da época de estreia, aquele hino à boa televisão intitulado “Three Stories” (sim, esse mesmo, o da Carmen Electra), consegue rivalizar com o décimo quinto da quarta temporada. E só não ganha nota máxima, porque é um episódio sem desfecho, porque é a primeira de duas partes.

 

E claro que só poderia começar por mencionar talvez aquela que será a melhor cena de toda a série, a Cuddy a diagnosticar enquanto faz um ultra-sensual striptease, e que teve honras de consecutivos replays. Já seria de esperar que numa exploração da mente do House tivéssemos a Cuddy, no mínimo, em trajes menores. Melhor ainda. O strip foi um excelente extra.

 

E por falar em strip, é com um, desta vez feito por uma profissional, que o episódio começa. House encontra-se numa casa de striptease a desfrutar de uma lap dance. Desfrutar não será bem o termo a aplicar, visto que ele não se consegue lembrar de como foi ali parar ou mesmo do que aconteceu nas últimas horas. Descobre que tinha ingerido bebidas alcoólicas há pouco tempo e que tem uma contusão na cabeça. Quando decide abandonar o estabelecimento, depara-se com um cenário dantesco, resultado de um acidente envolvendo um autocarro, e começa a ter flashes que lhe indicam que a sua situação é consequência de ter estado envolvido nesse mesmo acidente. Além disso, pressente que antes ou durante o acidente conseguiu observar um diagnóstico grave, mas não se consegue recordar em quem o fez. E encontrar essa pessoa é a premissa do episódio.

 

Para conseguir recordar o que se passou, House vai utilizando, durante a totalidade do episódio, diferentes técnicas que lhe permitam reavivar a memória, cada uma mais interessante que a outra. Mas o grande realce das experiências não é as técnicas utilizadas, e sim os resultados. De cada vez que House acede ao seu subconsciente, a audiência é transportada para o interior da sua mente. E o desfecho é brilhante. Após algumas tentativas falhadas, ele consegue identificar um problema com o condutor do autocarro e, consequentemente, diagnosticar as causas desse problema, conseguindo curá-lo.

 

Contudo, uma estranha e linda mulher, que ele não consegue visualizar como sendo um dos passageiros, torna-se um elemento comum de cada vez que House experimenta a regressão. Após alguma insistência, e durante uma cena simplesmente genial que nos revela o momento do acidente, ele consegue lembrar-se que a mulher mistério não é nada mais do que a Amber, a «Cutthroat Bitch», que misteriosamente também ia no autocarro e está em perigo de vida sem que quem a conhece saiba. E assim ficamos de boca aberta. A olhar para a televisão. Com a baba a escorrer ao canto da boca (esperem, acho que isto aconteceu durante outra cena).

 

Simplesmente brilhante.

 

E sabem que mais? Que se lixe aquilo que disse no início do texto em relação ao episódio não ganhar nota máxima por ser apenas uma primeira parte. Este episódio merece a nota mais alta disponível. E a nota mais alta é o 10.

 

Nota: 10/10

 

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Domingo, 11 de Maio de 2008

Rumores sobre as grelhas da temporada 2008-09

 

Esta semana iremos saber o que esperar da próxima temporada (2.ª > NBC; 3.ª > ABC e CW; 4.ª > CBS; 5.ª > FOX), visto os canais se estarem a preparar para divulgar o alinhamento das suas grelhas, mas já começam a ser conhecidas algumas das decisões tomadas pelas estações em relação a pilotos e séries que estavam na corda bamba. Aqui ficam algumas (de onde se excluem aquelas cujo futuro já era conhecido há mais tempo), mas tenham em conta que nada está ainda confirmado:

 

Séries Renovadas: “Eli Stone” (ABC); “‘Til Death” (FOX); ainda não é certo, mas quase: “Reaper” (CW)

 

Séries Canceladas: “New Amsterdam”, "Canterbury's Law" e “Back to You” (FOX); “Aliens in America” (CW); “Women’s Murder Club” (ABC)

 

Pilotos Aprovados: “Fringe”, “Sit Down, Shut Up” e “The Inn” (FOX); Beverly Hills 90210 (CW)

 

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Terça-feira, 25 de Março de 2008

FOX: "Prison Break" regressa para uma 4.ª temporada; "Jezebel" cancelada

 

É oficial: “Prison Break” vai ter uma quarta temporada de 22 episódios e “The Return of Jezebel James” não voltará mais, tendo exibido apenas 3 episódios dos 7 que tinha gravados.

 

publicado por ZB às 09:48
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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

De olho nelas

Duas séries para conhecer, com estreia marcada para Março, na FOX (americana), "Canterbury's Law", no dia 10, e “The Return of Jezebel James”, no dia 14.

 

 

 

publicado por ZB às 15:07
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

FOX anuncia regresso das suas séries

 

A FOX anunciou o regresso das suas séries:

 

“Bones” regressa a 14 de Abril com o primeiro de seis episódios originais;

 

“Back to You” e “’Til Death” regressam a 16 de Abril com 5 novos episódios cada;

 

“House” regressa a 28 de Abril (uma segunda-feira) com o primeiro de quarto novos episódios;

 

Quanto a “24”, foi oficializado o que já se vinha a comentar há algum tempo, ou seja, que a sétima temporada da série apenas arrancará em Janeiro de 2009.

 

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Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008

House – 4x11 – Frozen (FOX)

 

É verdade que “House” é uma série de qualidade. Que é bem escrita. Que é bem produzida. Que tem um personagem principal fenomenal, interpretado magistralmente por um grande actor. Que tem um grupo de secundários competente, tanto em termos de personagens como em termos de quem encarna os mesmos.

 

Sim, tudo o que acabei de referir é algo por demais evidente a quem vê a série e, mesmo aqueles que não gostam da mesma, não conseguem negar-lhe essas qualidades.

 

Em contrapartida, e infelizmente, “House” é um «procedural», ou seja, uma série cujos episódios são construídos seguindo a fórmula: «introduz-se um problema/ investiga-se o problema/ resolve-se o problema». E este tipo de séries acaba por se tornar demasiado cansativo devido à sua repetibilidade. Um dos melhores exemplos, em “House”, do que acabei de referir é a forma como se inicia cada episódio, a fase em que se introduz o problema. Sinceramente, não me recordo se isto aconteceu desde o primeiro momento, mas sei que o método é utilizado na série há bastante tempo, e é o seguinte: coloca-se um elemento estranho à série a revelar sintomas de doença ou a ter um qualquer acidente; o espectador é induzido a que essa pessoa, esse personagem, será o doente sobre quem o episódio irá incidir; só que o verdadeiro doente é um elemento até então secundário em toda a cena, sendo alguém que socorre o primeiro ou um familiar/ amigo/ conhecido seu. E isto é algo que acontece em todos os episódios, subvertendo o elemento de surpresa que se pretende incutir, em algo chato e demasiado irritante.

 

A questão é que, ao contrário de outros «procedurals», os aspectos positivos de “House” conseguem ir abafando os negativos, tornando a série menos maçadora que muitas outras. Claro que muita gente gosta deste tipo de séries. Aliás, existe um grande número de pessoas que gostam deste tipo de séries, ou seria de estranhar o facto das grelhas de programação dos canais norte-americanos estarem inundadas delas. 

 

Tendo em conta o que referi anteriormente, cada vez que surge um elemento novo na história de um «procedural», um elemento que não esteja de acordo com o padrão normal, os episódios tornam-se bem mais agradáveis de ver. E este “Frozen” é um deles.

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio.

 

Estruturado em três linhas de argumento diferentes, “Frozen” consegue ser quase soberbo, mas não o é. E porquê? Porque o House decidiu que quer televisão por cabo…

 

Com uma convidada de luxo, Mira Sorvino – actriz que ganhou um Óscar pelo seu papel no filme “Poderosa Afrodite”, mas que nunca conseguiu elevar a sua carreira ao mais alto patamar de Hollywood -, no papel da Dra. Cate Milton, uma psiquiatra que se encontra no Pólo Sul, que adoece e, sem acesso a um hospital devido ao mau tempo, pede auxílio a House e à sua equipa através de uma ligação por videoconferência.

 

House é um personagem com uma personalidade bastante forte e as mulheres por quem demonstra algum interesse, ou melhor, com as quais demonstra subtilmente que poderia ter uma relação, são sempre mulheres com carisma. Foi-o a personagem de Sela Ward, inicialmente a de Michael Michele, e a de Mira Sorvino também o é. A química entre ambos foi fantástica, e os momentos que partilharam, mesmo em espaços físicos diferentes, nunca pareceram demasiado forçados, ficando sempre aquela sensação da possibilidade de uma ligação emocional real entre os dois. Se juntarmos a essa interacção entre os personagens, a necessidade de recorrer a métodos de investigação médica improvisados, então temos uma das melhores linhas de argumento que esta série conhece desde há muito.

 

O outro ponto alto do episódio, apesar de não ter sido tão bom como o mencionado anteriormente, prende-se com a insistência de House em descobrir a identidade da nova namorada de Wilson. A relação de House e Wilson é, geralmente, utilizada quase como «comic relief» da série, e esta linha de argumento não foi excepção. Ainda por cima, o seu clímax constitui uma inesperada e bastante satisfatória reviravolta.

 

Mas, como nem tudo são rosas, a restante linha de argumento, aquela que parece ter sido metida à pressão para que a Cameron aparecesse no episódio e para que tivesse algo que fazer na série, foi quase inútil. Mesmo quando tentaram disfarçar a sua inutilidade, com o aproximar do final do episódio, não deixou de parecer que o seu propósito tenha sido apenas dar algum tempo de antena a Jennifer Morrison.

 

Nota: Este episódio era para ter duas partes, intenção que se perdeu devido à greve.

 

Nota: 9.5/ 10

 

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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Fox deixa “24” fora da grelha de programação por tempo indeterminado

 

A estação de televisão “Fox” fez uma revisão à sua grelha de programação para 2007-08 e decidiu retirar a série “24”, que previa estrear a 14 de Janeiro próximo, por tempo indeterminado como consequência da greve de guionistas que impossibilita a emissão contínua dos 24 episódios como é hábito na série. Em baixo, fica uma cópia do comunicado emitido pelo canal norte-americano:

 

In light of the recently announced strike by The Writers Guild of America, FOX has revised its lineup for January and the remainder of the 2007-2008 season. (The new schedule is subject to change, pending resolution of the strike.)

 
The highly anticipated drama TERMINATOR: THE SARAH CONNOR CHRONICLES will have a two-night premiere on Sunday, Jan. 13 (8:00-9:00 PM ET/PT) and Monday, Jan. 14 (9:00-10:00 PM ET/PT), the show's regular time period. PRISON BREAK, which has its last November airing on Monday, Nov. 12 (8:00-9:00 PM ET/PT), returns to Mondays (8:00-9:00 PM ET/PT) beginning Jan. 14.

 
The seventh season premiere of 24 is being postponed to ensure that "Day 7" can air uninterrupted, in its entirety.


Television's No. 1 show, AMERICAN IDOL, returns for Season Seven with a two-night, four-hour premiere event Tuesday, Jan. 15 and Wednesday, Jan. 16 (8:00-10:00 PM ET/PT). New game show THE MOMENT OF TRUTH premieres Wednesday, Jan. 23 (9:00-10:00 PM ET/PT).


Two popular FOX dramas take over Friday nights starting Friday, Jan. 4, when BONES has its time period premiere at 8:00-9:00 PM ET/PT and encores of HOUSE begin weekly appointments at 9:00-10:00 PM ET/PT. Comedy TIL DEATH also moves to Fridays, beginning with the time period premiere on Friday, March 7 (8:00-8:30 PM ET/PT).


HOUSE will air in its regular time period after AMERICAN IDOL on Tuesdays (9:00-10:00 PM ET/PT) starting Jan. 22, and also will encore on Mondays (9:00-10:00 PM ET/PT) beginning March 10. An original episode of HOUSE with guest star Mira Sorvino will immediately follow Super Bowl XLII on Sunday, Feb. 3, as previously announced.


In addition to AMERICAN IDOL, the Sunday-night animated comedies THE SIMPSONS, KING OF THE HILL, FAMILY GUY and AMERICAN DAD as well as ARE YOU SMARTER THAN A 5th GRADER?, DON'T FORGET THE LYRICS!, COPS and AMERICA'S MOST WANTED: AMERICA FIGHTS BACK all will continue with original episodes, while a mix of original and encore episodes is currently planned for HOUSE, BONES, TIL DEATH and BACK TO YOU. Encore episodes of BACK TO YOU will follow AMERICAN IDOL on Wednesdays (9:30-10:00 PM ET/PT) beginning March 12


Several new and returning shows are set to premiere in the spring. The drama NEW AMSTERDAM debuts Friday, Feb. 22 (9:00-10:00 PM ET/PT). The Farrelly Brothers comedy UNHITCHED premieres Sunday, March 2 (9:30-10:00 PM ET/PT) for a six-week run in the time period. On Monday, March 3, unscripted role-reversal series WHEN WOMEN RULE THE WORLD (working title) debuts (8:00-9:00 PM ET/PT). Friday, March 7 marks the series premiere of comedy THE RETURN OF JEZEBEL JAMES (8:30-9:00 PM ET/PT). Fiery chef Gordon Ramsay suffers no fools on Tuesday, April 1 (9:00-10:00 PM ET/PT), when HELL'S KITCHEN returns for Season Four. And new drama CANTERBURY'S LAW starts making its case Friday, April 11 (9:00-10:00 PM ET/PT).


New series joining the FOX schedule include:


About TERMINATOR: THE SARAH CONNOR CHRONICLES: TERMINATOR: THE SARAH CONNOR CHRONICLES is an exciting reinvention of the "Terminator" film franchise. Again facing relentless Terminators that will stop at nothing until 15-year-old John Connor (Thomas Dekker), the future leader of the resistance, is eliminated, Sarah Connor (Lena Headey) stops running and starts fighting back against fate and the machines that are out to get her son. The show also stars Sumnmer Glau as John's classmate, the fearless, otherworldly Cameron; and Richard T. Jones as FBI Agent James Ellison.


About THE MOMENT OF TRUTH: THE MOMENT OF TRUTH (previously announced as NOTHING BUT THE TRUTH, working title) will put contestants to the test the lie detector test to reveal whether or not they are willing to tell the truth for a chance to win half a million dollars. The new game show is hosted by Mark L. Walberg.


About UNHITCHED: Executive-produced by the Farrelly Brothers, this single-camera comedy revolves around four unattached friends who actually want to be married and must navigate the tricky waters of dating in their 30s. The series stars Craig Bierko, Rashida Jones, Johnny Sneed and Shaun Majumder.


About WHEN WOMEN RULE THE WORLD (working title): Set in a primitive, remote location, this unscripted series explores what happens when a group of strong, educated and independent women, tired of living in a man's world, rule over a group of unsuspecting men used to calling the shots.


About THE RETURN OF JEZEBEL JAMES: From Amy Sherman-Palladino and Daniel Palladino, this comedy stars Parker Posey as Sarah, a successful children's book editor who reconnects with her estranged and free-spirited younger sister Coco, played by Lauren Ambrose. The series also stars Scott Cohen as Sarah's no-strings-attached boyfriend, Marcus; Michael Arden as her loyal and slightly terrified assistant, Buddy; and Ron McLarty and Dianne Wiest (in a recurring role) as the girls' meddlesome parents, Ronald and Talia.


About NEW AMSTERDAM: This drama series tells the story of a brilliant and enigmatic New York homicide detective, John Amsterdam (Nikolaj Coster-Waldau), who has a profound secret: He is immortal, and will not age until he meets his one true love. Also starring are Zuleikha Robinson as Amsterdam's new partner, Eva Marquez; Alexie Gilmore as Dr. Sara Dillane; and Stephen Henderson as Omar, Amsterdam's sole confidant.


About CANTERBURY'S LAW: From the producers of "Rescue Me," this courtroom drama centers on rebellious defense attorney Elizabeth Canterbury (Julianna Margulies), who's willing to bend the law in order to protect the wrongfully accused. The series also stars Aidan Quinn (in a recurring role) as Canterbury's husband, Matt; Ben Shenkman as her colleague Russell Krauss; and Keith Robinson and Trieste Dunn as Chester Grant and Molly McConnell, the associates rounding out Canterbury's legal team.

 

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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

Joss Whedon e Eliza Dushku em nova série para a FOX

 

A FOX comprometeu-se com Joss Whedon para sete episódios de uma nova série de ficção científica intitulada “Dollhouse”, que terá Eliza Dushku (“Angel”, “Buffy, The Vampire Slayer”) como protagonista e será o primeiro projecto de Joss Whedon para televisão desde 2002, após o cancelamento de “Firefly”.

 

Eliza Dushku vai interpretar Echo, membro de um grupo de homens e mulheres que assumem diferentes personalidades para diferentes trabalhos. Essas personalidades são “descarregadas” nos seus cérebros e apagadas depois da tarefa estar cumprida. No intervalo das tarefas, esses homens e mulheres vivem como crianças em Dollhouse, um laboratório/ dormitório futurístico. Eles são desprovidos de qualquer memória do seu passado, até um dia em que Echo começa a investigar quem ela era.   

 

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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Trailer da 7.ª temporada de "24"

Aí está o primeiro trailer da sétima temporada de “24”. Não vou fazer grandes comentários, por causa dos SPOILERS, mas gostei daquilo que vi, apesar de saber que os trailers muitas vezes enganam.

 

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publicado por ZB às 18:15
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House – 4x4 – Guardian Angels (FOX)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios.

 

House regressa, após uma semana de pausa, agora com os candidatos a integrar a sua equipa reduzidos a sete.

 

O episódio começa com uma cena mais própria de “Ghost Whisperer” do que de “House”, envolvendo uma mulher de origem do leste europeu e dois cadáveres. Depois de terem explorado um pouco o tema da vida depois da morte no episódio anterior, agora os produtores da série decidiram fazer uma pequena incursão pelo sobrenatural, onde uma mulher consegue ver e falar com espíritos de pessoas que já faleceram. Aqui, surge o primeiro problema deste episódio. Se o facto da mulher ter o espírito da sua mãe sempre presente (mesmo ela tendo morrido aos 25 anos há outros tantos atrás e a filha a relembrar com a idade que ela teria actualmente) até poderia ser compreensível, o mesmo não se pode dizer quando ela começa a referir-se sobre pessoas que nunca conheceu, como o paciente que faleceu no episódio anterior ou o avô de House. É extremamente duvidoso que qualquer doença ou condição de enfermidade possa dotar alguém de tais poderes paranormais. Para além do mais, quando finalmente se descobre o que ela tem na verdade, ainda é mais difícil de engolir toda a história dos fantasmas.

 

Por outro lado, o que continua em alta é o humor de House. Toda a analogia aos “Anjos de Charlie” e a forma como espicaça o “Mormom” durante todo o episódio, só para ganhar uma aposta que fez com Cameron, são momentos muito bons.

 

Também os candidatos a um lugar na equipa de House ganham mais interesse devido ao desenvolvimento que as personagens estão a ter. De quarenta médicos que iniciaram esta saga sobram sete e, no final deste episódio, ficaram apenas seis. Pessoalmente, gostaria que a maioria deles continuasse na série, pois a suas distintas personalidades tornam “House” mais dinâmica do que nunca. Contudo, o excesso de personagens secundários é um dos problemas principais que a série revela neste momento e não seria viável continuar com um elenco desta dimensão. Apesar de, neste episódio, Cameron e Foreman terem algum destaque (principalmente Foreman, que regressa a “casa” depois de ser rejeitado por vários hospitais), Chase, Cuddy e Wilson resumem a sua presença a uma única cena. Mas vai ser difícil quando chegar a altura de nos despedirmos da “Cutthroat Bitch” (a minha favorita), do “Mormom”, do “Older Man”, da “Thirteen” ou de qualquer um dos outros, como já o foi neste episódio.

 

Nota: 8.8/10

 

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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Terminator: The Sarah Connor Chronicles estreia a 14 de Janeiro

 

“Terminator: The Sarah Connor Chronicles” vai estrear a 14 de Janeiro de 2008, uma segunda-feira, e entrará na grelha da FOX antes de “24”.

 

A série estabelece-se após os eventos decorridos no filme “Exterminador Implacável 2”, pressupondo que o terceiro filme da saga nunca aconteceu.

 

Lena Headey (“300”) interpreta o papel que Linda Hamilton consagrou no cinema como mãe de um jovem que no futuro será o eventual salvador da humanidade, John Connor, aqui interpretado por Thomas Dekker. Summer Glau (“Firefly”, “Serenity”) e Richard T. Jones (“Judging Amy”) também fazem parte do elenco.

 

Posso dizer que já tive a oportunidade de ver o episódio piloto desta nova série e que promete bastante.

 

publicado por ZB às 09:53
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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Prison Break – 4x4 – Good Fences (FOX)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios.

 

Choque! Revolta! Aquilo que já se temia há algum tempo acabou por acontecer. A Dra. Sara Tancredi, uma das personagens favoritas de muitos – onde me incluo –, acabou decapitada, com a cabeça dentro de uma caixa de papelão, servindo de lição a Linc, que desafiou os raptores do filho e da amada do seu irmão, ao tentar resgatá-los. A surpresa, ou talvez até nem tanto devido à incerteza que se mantinha em relação ao regresso da actriz, Sarah Wayne Callies, à série (ver entrevista do Michael Ausiello a um dos produtores executivos, Matt Olmstead), chega-nos logo no início do episódio deixando Linc profundamente abalado e mostrando-nos as limitações de representação que o actor Dominic Purcell tem de forma tão evidente.

 

A morte de Sara abre muitas possibilidades em termos de argumento e resulta, para já, num factor muito importante para os personagens – por enquanto apenas Linc, Sucre e Sofia –, na medida em que agora sabem que “A Companhia”, bem como a sua intermediária Susan, são realmente um grupo de pessoas muito perigosas, que não estão para brincadeiras. Resta saber qual será a reacção de Scofield e que atitude tomará, se bem que o plano de fuga deverá manter-se pois L.J. ainda continua refém.

 

Mesmo revoltado com a saída da série de uma das minhas actrizes favoritas, não posso deixar de reconhecer que este foi o melhor episódio da temporada até ao momento. Ritmo elevado, suspense de cortar a respiração, vilões a desempenharem brilhantemente os seus papéis e o engenho de Scofield a voltar ao que foi durante a primeira temporada, surpreendendo-nos com mais um maquinismo “à la MacGyver” em preparação da sua fuga de Sona.

 

Alguns dos melhores momentos deste episódio são desempenhados pelos vilões, que são muitos. Começando em T-Bag, que volta a mostrar (finalmente!) o psicopata que conhecemos desde o início da série, ao matar o distribuidor de droga da prisão para lhe roubar o lugar e depois ao oferecer a droga que Mahone tentava rejeitar a muito custo. Mahone, que devido à falta do seu medicamento começa a ter visões de Haywire que lhe diz para não confiar em Scofield – e até tem razões para isso - acabando por ameaçar matá-lo caso ele esteja a pensar traí-lo. Bellick, que devia fazer profissão de tantas facadas nas costas que dá. Lechero que incitado por Bellick começa a desconfiar das intenções de Scofield. E a agora temível Susan, que após ter mandado decapitar Sara, mata a sangue frio o coveiro de Sona, peça vital para o plano de fuga de Scofield.

 

Outro regresso muito aguardado, e mais uma vez relacionado com a morte de Sara, é o de Sucre, que até agora aparecera na série de forma muito superficial, apenas tentando manter-se escondido das autoridades, e que, por essa necessidade de passar despercebido, nem estava muito disposto a ajudar Scofield a escapar de Sona. Tudo muda quando fica a saber da morte da doutora e do aprisionamento de L.J., decidindo então ajudá-los ao tornar-se o novo coveiro de Sona.

 

Ao quarto episódio desta terceira temporada, “Prison Break” alcança finalmente a intenção que tinha sido ambicionada de fazer voltar a série aos bons velhos tempos da primeira temporada, onde a dinâmica e a capacidade de nos surpreender eram hábitos adquiridos de semana para semana.

 

Nota: 9.3/10

 

publicado por ZB às 12:22
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

House – 4x2 – The Right Stuff (FOX)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios. 

 

House começa a fazer a selecção dos seus novos lacaios de entre cerca de quarenta candidatos. Existem médicos das mais diferentes áreas, raças, idades, alguns dispostos a quase tudo para uma hipótese de integrar a sua equipa. Para que o processo de escolha seja facilitado decide colocá-los à prova num caso real. A paciente, a Capitã Greta Cooper, piloto da Força Aérea, é candidata ao programa para astronautas da NASA. Quando começa a ter estranhas visões, pede ajuda a House para que ele a trate sem que o hospital tenha conhecimento pois isso pode colocar em risco a sua entrada no programa da NASA.  

 

As mudanças nem sempre trazem algo de bom, e, por isso, estava na expectativa em relação às mudanças impostas nesta série, proporcionadas pela saída dos três elementos da equipa de House, Foreman, Cameron e Chase. Pelo menos para já, parecem-me que foram acertadas. Como já referi anteriormente, a série padecia de uma certa repetibilidade. Os casos médicos, apesar de diferentes na sua génese, eram resolutos de forma muito semelhante, o que a tornava, por vezes, cansativa. Agora, com esta reviravolta, a mesma ganhou uma vitalidade que vinha a perder há algum tempo.

 

Ver quarenta pessoas, ou quase porque nem todos têm o “tempo de antena”, a trocarem ideias e procedimentos para solucionar um caso, de onde saem ideias como fazer implantes mamários para que as cicatrizes no peito de uma mulher possam ser justificadas, ou as punhaladas nas costas que alguns estão dispostos a dar nos outros para terem mais probabilidades de ficar com o lugar, ou homens religiosos que deixam de lado as suas convicções para agradarem a House, ou até alguém que nem sequer é médico a tentar integrar a equipa sem que ninguém saiba, motivam-me o interesse por esta série de uma forma como poucas vezes o tinha feito anteriormente.

 

Talvez a parte menos interessante do episódio tenha sido as supostas visões que House começa a ter dos seus antigos elementos de equipa. Se a ideia de que eles poderiam ser visões já não foi muito feliz, ainda pior foi saber que a Cameron já está de volta ao hospital há três semanas e o House nem sequer tinha conhecimento do seu regresso. Só o facto de ela ter mudado de cor de cabelo não era suficiente para que ele não se tivesse apercebido que ela estava de volta.

 

Mas, apesar de tudo, temos o regresso de duas das principais personagens, Cameron e Chase, que parece que estão noivos, mas continuamos sem ter a certeza de onde está Foreman, apesar de ele ter sido uma das “miragens” de House, Wilson e Cuddy insistem que ele está a trabalhar em Nova Iorque.

 

De um modo geral, este segundo episódio foi muito interessante pela dinâmica gerada pelos candidatos à equipa de House, bem como pelos momentos de comédia proporcionados a que a série nos habituou.

 

Nota: 9.4/10

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publicado por ZB às 13:14
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

House – 4x1 – Alone (FOX)

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu esses episódios. 

 

Primeiro que tudo, quero referir que nunca fui um fã incondicional de “House”. Gosto, vejo todos os episódios, mas acho aquilo muito repetitivo. A única coisa que realmente me desperta o interesse é a própria personagem House, aquele que será o factor de maior apelo da série para quase toda a gente.

 

Neste primeiro episódio, encontra-mos House a trabalhar sozinho, sem a sua equipa de médicos, Foreman e Cameron, que se despediram, e Chase, que foi despedido. Quando uma mulher, retirada dos escombros de um edifício que ruiu, começa a ter uma febre que não deveria, Cuddy pede a House que intervenha. À medida que o caso se complica, Cuddy pede para que House contrate uma nova equipa, pois acha que ele precisa de ajuda, enquanto House argumenta não precisar de ninguém, sendo suficiente para fazer o trabalho bem feito e salvar a vida da mulher. È aqui que nasce uma espécie de confronto entre os dois para ver quem tem razão. Além disso, também Wilson decide usar uma pouco ortodoxa técnica de persuasão, quando decide sequestrar a guitarra de House e mantê-la refém até uma nova equipa ser contratada.

 

Em todo o episódio se tenta provar o ponto de Cuddy, de que House precisa de uma equipa para ter sucesso, mas o que acaba por ser transmitido é totalmente o contrário. House poderia fazer este trabalho sozinho. Ele acaba por solucionar o caso, procedendo da mesma forma que fez em todos os outros, quando tinha uma equipa a suportá-lo. Até mesmo o argumento final de Cuddy, em que realça as mais-valias dos antigos lacaios de House, é fraco e, de certa forma, é surpreendente que o que ela lhe disse o tenha feito mudar de ideias.

 

Quando ao resto, destaque para algumas partes bem divertidas, como a do empregado de limpeza a substituir a equipa de House, ou quando ele decide raptar um doente de Wilson para lhe pagar na mesma moeda depois de ele ter sequestrado a sua guitarra, e, principalmente, destaque para aquele twist final que, apesar de haver uma cena onde se poderia prever tal desfecho, foi bastante surpreendente. Será uma espécie de homenagem a M. Night Shyamalan, já que o próprio House tem uma fala em que diz que parece estar dentro de um filme do mesmo? Apesar de não estar sequer perto do nível dos twists do famoso realizador, foi muito bem concebido.

 

O único ponto negativo a destacar é mesmo a ausência de Foreman, Cameron e Chase, mas pelo caminho que decidiram dar ao episódio, é aceitável que ainda não nos tenham revelado o seu paradeiro.

 

Nota: 9.2/10    

 

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publicado por ZB às 14:41
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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2007

K-Ville – 1x1 – Pilot (FOX)

 

Dois anos depois da passagem do furacão Katrina, Nova Orleões, também conhecida como Katrinaville (daí o nome K-Ville), continua uma cidade devastada. Parte da cidade foi abandonada. Muitos daqueles que partiram não quiseram voltar e reconstruir aquilo que perderam. Outros recusam-se a desistir e lutam para que a cidade volte a ser o que fora noutros tempos. Marlin Boulet (Anthony Anderson) é um deles, recusando-se a desistir da sua terra e fazendo de tudo para que os outros lhe sigam o exemplo.

 

Martin é também um dos poucos agentes que restaram da NOPD, polícia de Nova Orleães. Algo fragilizado pelo abandono do seu parceiro há dois anos, que o deixou sozinho no meio do caos que resultou da passagem do furacão, recebe com alguma desconfiança o seu novo parceiro, Trevor Cobb (Cole Hauser), chegado recentemente do Afeganistão. Para piorar a situação, a sua mulher e filha vão mudar-se definitivamente para Atlanta, e a sua vizinha e amiga é assassinada durante um tiroteio num evento de recolha de fundos.

 

“K-Ville”, criada e escrita por Jonathan Lisco, é filmada em Nova Orleões, tendo o seu criador passado algum tempo com a verdadeira NOPD de forma a tornar a série o mais real possível.

 

Tendo isso em conta, a série tinha tudo para se tornar algo de qualidade, mas isso aconteceria se tomasse o rumo de “The Shield” e não tanto de “CSI”. Infelizmente, este piloto mostra-nos que a única coisa em comum que tem com “The Shield” é apenas a presença do actor Anthony Anderson. Se consegue ter momentos em que o realismo é notável, existem outros que são demasiado artificiais. Exemplo disso mesmo é todo o caso que eles investigam e a história do passado de Trevor, que é de deixar de boca aberta, mas não de um modo positivo.

 

Fazem ainda parte do elenco Jeff “Glue Boy” Gooden (Blake Shields), Ginger “Love Tap” Lebeau (Tawny Cypress) e o Capitão James Embry (John Carroll Lynch).

 

Nota: 7.0/10

 

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publicado por ZB às 20:07
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Sábado, 22 de Setembro de 2007

Til Death – 2x1 – Performance Anxiety (FOX)

 

Esta comédia explora a relação de dois casais vizinhos, Eddie (Brad Garrett) e Joy Stark (Joely Fisher), casados há mais de 20 anos, e Jeff (Eddie Kaye Thomas) e Steph Woodcock (Kat Foster), recém-casados.

 

“Til Death” esteve quase a ser cancelada na temporada passada, mas acabou por salvar-se, ainda sem se saber bem como, pois a FOX, canal em que é transmitida, não é conhecida pela sua paciência em relação a programas que não têm boas audiências.

 

Também em termos criativos, as coisas nunca correram muito bem, tendo a sua estrela principal, Brad Garrett, vencedor de vários Emmys pelo seu papel de Robert, o irmão de Raymond em “Everybody Loves Raymond”, mostrado a sua insatisfação com os argumentos que lhe estavam a chegar às mãos.

 

E o grande problema desta sitcom prende-se basicamente com os argumentos, principalmente, a falta de graça dos mesmos. Para uma série de comédia, existir uma tão grande falta de falas ou situações que provoquem o riso é algo de muito mau. Entre os dois casais existe uma grande diferença em termos de comédia. Se Brad Garrett e Joely Fisher conseguem ter uma grande química e alcançar alguns momentos bem engraçados, Eddie Kaye Thomas e Kat Foster são um casal quase sem piada nenhuma. E as suas interpretações, principalmente do primeiro, não são nada convincentes.

 

Neste episódio, o primeiro da nova temporada, tivemos alguns momentos divertidos, mas muito pouco para o que se espera de uma série de comédia.

 

Nota: 6.8/ 10     

 

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publicado por ZB às 13:43
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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007

Back To You – 1x1 – Pilot (FOX)

 

Criada pela dupla Steven Levitan e Christopher Lloyd, as mentes por detrás de “Frasier”, “Back To You”, relata-nos a relação entre dois membros de uma equipa de pivots do noticiário de uma televisão local da área de Pittsburgh, Chuck Darling (Kelsey Grammer) e Kelly Carr (Patricia Heaton).

 

Em 1996, Chuck Darling e Kelly Carr eram uma promissora dupla de pivots televisivos de Pittsburgh, até Chuck decidir abandonar o canal onde trabalham de forma a progredir na sua carreira. Todavia, dez anos mais tarde, quando durante a emissão de um noticiário, pensando que estava fora do ar, insulta uma das suas colegas e o vídeo acaba por ir parar à Internet, é despedido. Os produtores do mesmo canal que ele abandonara, decidem contratá-lo de volta e de forma a relançar a dupla de sucesso que eram Chuck e Kelly.

 

O primeiro episódio, desta nova sitcom da FOX, foca-se nesse mesmo ponto: o regresso de Chuck e a forma como é recebido pela sua antiga colega Kelly.

 

Um dos pontos de interesse desta nova série era saber como é que os protagonistas assimilariam os seus novos personagens, já que Kelsey Grammer vestiu a pele de Frasier durante 20 anos, e Patrícia Heaton, foi a Debra Barone, de “Everybody Loves Raymond”, durante 9 anos, isto, independentemente da sua reconhecida qualidade como actores. Não sei se é por ser uma das minhas sitcoms favoritas, mas a verdade é que passei o episódio inteiro com a ideia de que estava a ver o Frasier e não o Chuck. Claro que existem diferenças, sendo a mais flagrante o facto de Chuck não ser nem metade neurótico do que era Frasier, característica que o tornava num personagem bastante divertido. Mas, a presença de certos maneirismos, quem sabe até próprios do Kalsey Grammer, trouxeram-me à memória o psiquiatra da rádio. Por seu lado, pareceu-me que Patrícia Heaton se distanciou melhor da sua anterior personagem.

 

De resto, o episódio teve bons momentos de comédia, com os personagens principais bem suportados pelos secundários, interpretados por Fred Willard, Ayda Field, Ty Burrell e Josh Gad, e algumas revelações imprevisíveis e bem interessantes.

 

Nota: 7.8/10      

 

publicado por ZB às 16:07
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

Prison Break – 3x1 – Orientácion (Fox)

 

Fica o aviso a quem não quer saber nada sobre o que aconteceu na série que, a partir deste momento, existem grandes SPOILERS, ou seja, para quem não conheça o termo, a partir daqui vão começar a ser reveladas coisas que aconteceram na história e que podem estragar o visionamento a quem ainda não viu o episódio. 

 

Prison Break inicia esta terceira temporada sem Sarah Wayne Callies, a Dra. Sarah Tancredi. A actriz engravidou no final da segunda temporada, mas esperava-se que voltasse após a licença de gravidez. Contudo, correm rumores que a actriz na voltará à série. Pelo menos existem duas certezas que indicam possibilidades contraditórias. Negativamente, o nome da actriz deixou de constar do genérico inicial. Positivamente, a sua personagem continua viva. Mas, pode acontecer que a actriz apenas volte por alguns episódios como convidada. De momento, nada é ainda certo.

 

A temporada começa como terminou a anterior, em Sona, uma prisão panamiana, com Michael Scofield, Mahone, Bellik e T-Bag presos no seu anterior, enquanto Linc, numa interessante inversão de papéis, tenta junto da embaixada americana arranjar forma de libertar, ou extraditar para os EUA, o seu irmão.

 

Sona não é uma prisão comum. Os piores dos piores estão lá. Homens que outras prisões se recusaram a receber. E, desde que houve uma enorme revolta entre os prisioneiros, os guardas, receosos, abandonaram a prisão e colocaram-se apenas no seu exterior de forma a prevenir, ou melhor dizendo, de forma a extinguir qualquer tipo de fuga. Extinção sendo a palavra-chave para fugitivos que tentem escapar. Nem os mortos saem sem a sua morte ser confirmada… Confirmação essa feita com balas.

 

A questão que agora se coloca é: como sair de Sona!? E, principalmente, vivo!?

 

Ainda mais depois de descobrirem que, afinal, a Companhia queria Scofield em Sona para que ele arranjasse forma de escapa e, na fuga, levasse alguém com ele. Certamente, alguém de extrema importância dado o enorme enredo criado e os esforços tidos para que Scofield fosse lá parar na temporada anterior. Talvez um pouco rebuscado!? Talvez.

 

Quanto à prisão em si, o que dizer de um estabelecimento prisional onde há acesso a lindas mulheres, à CNN – à qual se pode assistir num belíssimo plasma –, onde toda a gente fala e compreende a língua inglesa – parece que devido ao Canal do Panamá, o nível de crime organizado na região é elevado e existem em Sona, nada mais que prisioneiros de 27 nacionalidades diferentes! –, e onde existe uma espécie de mercado no pátio da prisão? Realmente, como diz um dos novos personagens, “não há lugar no mundo igual”.

 

E numa prisão onde não existem guardas, existe sempre alguém para manter a ordem. Lechero, “rei” de Sona, devido ao seu acesso à CNN sabe tudo sobre Scofield. Receando que a nova “estrela” ganhe influência junto dos outros prisioneiros, vai, certamente, fazer-lhe a vida muito negra. Se no primeiro episódio engendrou um plano para tentá-lo matar, imagina-se o quão tenebroso poderá vir a ser o futuro de Scofield.

 

O pedido de aliança por parte de Mahone a Scofield era, de certa forma, previsto. Era a única forma que fazia sentido ao mandar o agende federal para a mesma prisão. Também a “submissão”, que deve virar “facada nas costas”, de T-Bag perante Lechero se esperava. É algo intrínseco à personagem. Da mesma forma que o tratamento “abaixo de cão” que o Bellick está a receber é algo que não se estranha. Uma personagem que fez o que fez durante as duas primeiras temporadas tem forçosamente de receber uma espécie de castigo “kármico”.

 

O que não esperava era não ver Sucre e ver L.J. neste primeiro episódio. É pena que não tenham dedicado qualquer minuto à história da personagem de Amaury Nolasco. Quanto a L.J., apareceu surpreendentemente na Cidade do Panamá, fazendo companhia a uma “falsa” Dra. Sarah Tancredi, e sendo moeda de troca para o objectivo principal que a Companhia tem para Scofield em Sona.

 

Nota: 8.2/10

publicado por ZB às 22:14
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